Verão não é verão sem vestidos! E nós adoramos estes de corte fluido
Entramos em agosto com o desejo de frescura no nosso guarda-roupa e estes vestidos enchem-nos mesmo as medidas.
Entramos em agosto com o desejo de frescura no nosso guarda-roupa e estes vestidos enchem-nos mesmo as medidas.
Atriz, bailarina e uma das figuras mais marcantes da interpretação portuguesa, conversa com a Máxima sobre o que significa pertencer a uma geração que aprendeu a viver a sexualidade entre silêncios, conquistas e direitos que hoje voltam a parecer ameaçados.
Atriz, criadora de conteúdos e coautora de um podcast onde quase nenhum tema fica à porta, Mia Fernandes fala sem filtros sobre amor, desejo, pornografia e liberdade.
Dos novos códigos do desejo ao impacto da pornografia, passando pelos tabus que persistem e pelas liberdades que julgávamos conquistadas, três formas distintas de pensar o sexo, o amor e a intimidade.
Depois de anos a associar exercício a punição e a viver obcecada com o espelho, encontrei no The Reformer Lab um lugar para me tornar mais forte, física e mentalmente. O 'boom' do pilates pode explicar-se pelas redes sociais; o meu não.
Os homens têm mais acidentes graves e morrem mais ao volante do que as mulheres. Isso é um facto estatístico. O problema é a explicação apresentada no Livro do Código, que associa esses comportamentos à "confiança" masculina. Um sociólogo explica porque esta leitura perpetua estereótipos e ignora o papel da socialização de género.
Deitar a cabeça na almofada e adormecer de imediato é o cenário de conto de fadas. Sonhamos com um sono tranquilo, capaz de renovar a pele, a mente e o corpo. Mas entre a lista de tarefas diária e o ecrã do telemóvel, o sono reparador tornou-se uma raridade. Afinal, porque é tão difícil alcançar o descanso que merecemos?
No silêncio, quase sempre sem informação e acompanhamentos claros: é assim que vivem mais de três milhões de mulheres portuguesas. Ativas, funcionais e capazes, exige-se-lhes um envelhecimento sem rugas e flutuações de humor, mas nega-se-lhes o direito à valorização pessoal e profissional. Através de subtis atos de discriminação e ignorância, o século XXI ainda não sabe lidar com as senhoras que insistem em abanar o leque em locais públicos.