“Podemos amar profundamente alguém e, ainda assim, sentir atração sexual ou romântica por outra pessoa”
Conversámos com as médicas Inês Santos Silva e Catarina Lucas sobre um dos temas que começa a intrigar as gerações mais novas. É mesmo mais forte do que nós, trair, ou poderá haver alterações químicas no cérebro que nos tornem mais propensos para a multiplicidade de parceiros e, nalguns casos, para a infidelidade?