O casaco napoleão regressa em 2026: alistamo-nos nesta tendência ou não?
Dos hussardos a Kate Moss em Glastonbury, até Jenna Ortega na Dior, o casaco militar é o comeback mais polémico da estação.
Dos hussardos a Kate Moss em Glastonbury, até Jenna Ortega na Dior, o casaco militar é o comeback mais polémico da estação.
Com Schiaparelli, a cantora entrou para a linhagem das noivas que trocaram o vestido tradicional, como foi o caso de Bianca Jagger ou Amal Clooney.
Esta semana, sentamo-nos numa das novas esplanadas da cidade e fomos conhecer uma marca de decoração que acaba de abrir a primeira loja em Portugal. Antes disso, uma conversa com a capa digital Máxima Fernanda Serrano.
Aos 52 anos, aquela idade em que tantos teclados anónimos (e sobretudo masculinos) decidem que as mulheres já passaram do prazo de validade, Fernanda Serrano continua tão hipnotizante como vemos nestas imagens da Máxima. Tornou-se mulher de convicções fortes, sem deixar de fazer perguntas, e encontrou a melhor forma de abordar o amor.
Mamdani recusou ir ao evento do ano, que em 2026 tem como principal patrocinador o dono da Amazon.
O curador da exposição Arte & Moda dirá que nunca se viu nada assim, “nem no Metropolitan, nem no Victoria & Albert, nem no Louvre”. A mostra reúne 270 peças, das quais 140 são criações de alta-costura, as restantes são obras de arte da colecção Calouste Gulbenkian – 500 anos de arte em diálogo com 150 anos de moda. Para visitar até 21 de junho.
O que é que Rita Matias e a irmã Lúcia têm em comum? Dependendo do ponto de vista, nada. Ou bastante. Em conversa com o escritor aproximamos uma lupa à instrumentalização de que as mulheres sempre foram alvo. Sobretudo por influência da Igreja Católica.
Aos 12 anos, escrevia sobre um mundo “tacanho e provinciano”. Aos 17, perguntava “como é que eu vou ser feliz se me sentir empurrada a ser quem não sou?”. Quem tem mão no próprio destino nunca se dobra - e é por isso que a primeira capa digital da Máxima define o zeitgeist: sereno, resoluto e graciosamente do contra.