De Helena Laureano a Sara Sampaio. Celebridades que foram julgadas por causa do corpo
Estas são algumas das mulheres que enfrentaram os trolls na internet e ainda deram uma lição de amor-próprio.
Estas são algumas das mulheres que enfrentaram os trolls na internet e ainda deram uma lição de amor-próprio.
"E aqui entre nós aquele cast foi todo esculpido por anjos." Estreia hoje na HBO Max e não há outro programa possível para o fim-de-semana (a chuva é praticamente um 'paid actor').
"A mulher solteira encontrou o seu lugar", escrevia a revista TIME em agosto de 2000, numa edição dedicada, em parte, à série "O Sexo e a Cidade". 25 depois, a profecia confirma-se. Há cada vez mais mulheres que não querem casar. Adoram as suas vidas. Sentem-se realizadas. Fazem planos a longo prazo. Mas nada disso passa por uma vida a dois. O seu estado civil é outro: bem resolvidas. São um perigo para a sociedade patriarcal.
Depois da publicação de uma série de retratos pela Vanity Fair, até Trump aprendeu: na maquilhagem, como na vida, os detalhes falam mais do que as palavras.
Nasceu dinamarquesa, mas diziam-na sueca. Chamava-se Snu, mas foi Ebba o nome que os pais lhe deram. 45 anos após a morte de Sá Carneiro e Snu Abecassis, recordamos o texto de Helena Matos sobre esta fascinante mulher.
Série irá contar com seis episódios. Já o filme apresenta pela primeira vez o álbum da artista "The Tortured Poets Department".
Em entrevista, José Condessa e Augusto Fraga, criador da série, dizem que a segunda temporada é outra experiência: "Mais arriscada", mas também "melhor".
A história real da britânica Ann Ming é reinventada em quatro episódios que cruzam dor, luto e vontade de fazer justiça. Disponível na Filmin.