Podem uns ténis contar a história de uma Itália que quase nunca aparece na moda?
Num mercado saturado de colaborações, a união entre a Veja e a Magliano lembra-nos que ainda é possível surpreender - quando para lá da forma há conteúdo.
Num mercado saturado de colaborações, a união entre a Veja e a Magliano lembra-nos que ainda é possível surpreender - quando para lá da forma há conteúdo.
Foi a primeira mulher a produzir os famosos “trunks” e criou uma das mais antigas casas francesas de malas e artigos de viagem, mas o seu rosto perdeu-se no tempo. Uma edição especial da Assouline conta a sua história.
O Portugal Fashion dá novo salto na internacionalização da moda nacional e leva-a à fashion week de Copenhaga num showroom-instalação pensado pela talentosa dupla portuguesa de designers.
Propriedade de um cidadão chinês, a fábrica em Milão que produz algumas das peças em caxemira da casa de luxo estaria a abusar de trabalhadores provenientes da China, alguns deles imigrantes ilegais.
O designer norte-irlandês prepara-se para inaugurar um novo capítulo na carreira, ao assumir a direção criativa da Dior, em todas as frentes. A chegada à maison francesa marca uma aposta estratégica da LVMH num nome que tem provado saber transformar tradição em vanguarda.
Assinala-se um momento histórico para a casa Jean Paul Gaultier. Cinco anos depois de o icónico criador francês ter deixado as passarelles, a marca dá um passo arrojado e nomeia Duran Lantink como novo diretor criativo.
A marca de Miuccia Prada comprou outro dos símbolos do estilo italiano numa tentativa de rivalizar com o grupo francês LVMH, dono da Louis Vuitton e da Dior. O que mudará na indústria do luxo no meio da crise criada por Donald Trump?
São números chocantes, até para uma indústria onde a única constante é a mudança. Em pouco mais de um ano, quase duas dezenas de diretores criativos abandonaram cargos em algumas das mais importantes marcas de luxo. A chegada de Jack McCollough e Lazaro Hernandez à Loewe é a mais recente manobra nesta “dança de cadeiras”. Num setor pouco acostumado a lidar com quebras de vendas, serão apenas fatores económicos a impulsionar estas mudanças?