Moda
Labirinto das delícias
A primeira coleção de alta-costura de Maria Grazia Chiuri para a Dior e foi uma homenagem à casa que celebra o seu 70º aniversário.
As modelos desfilaram por um labirinto, envolvidas pela natureza numa apresentação cheia de simbolismos. Diz a marca que o labirinto representa o percurso que Maria Grazia Chiuri percorreu até chegar à Dior e quanto à coleção, a criadora fez aquilo que se esperava: trazer a magia da alta-costura para os dias de hoje com a sua linguagem ultra feminina e delicada.
Depois de uma sequência de looks em preto profundo e acompanhados de máscaras de rosto, ocuparam a passerelle os vestidos de baile com variadas propostas: houve vestidos em veludo escuro com um mood mais pesado, vestidos que brincam com sobreposições e transparências, houve bordados primaveris ou brilhos destinados a passadeiras vermelhas, houve uma surpresa em verde garrafa e outra em vermelho e claro, não podia faltar a inspiração no New Look.
Talvez por que é verão, os ombros e o pescoço usam-se descobertos e deixam todo o protagonismo para as saias amplas, rodadas e sonhadoras. Os acessórios de cabeça ficaram a cargo de Stephen Jones, também eles inspirados na Natureza.
E no fim do desfile, embalado pela magia da coleção, o público foi convidado a entrar no jardim/passerelle, montado nos jardins do Museu Rodin, para uma festa em tom de baile da década de 1950.
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