Celebridades

It’s champagne time

Nos 150 anos do champanhe Moët Impérial, relembramos por que razão é que todos os dias são válidos para se beber este verdadeiro néctar dos deuses que tem fascinado, ao longo de um século e meio, estrelas de cinema e outras celebridades.
Por Máxima, 30.12.2019

Sabe o que têm em comum Scarlett Johansson e Monica Bellucci? Mais do que o talento inato, a beleza naturalmente cativante e a elegância que as distingue, estas atrizes representam o epítome da sensualidade da mulher. Daí a estarem ligadas ao universo do champanhe Moët Impérial foi um ápice. Scarlett Johansson foi a primeira celebridade feminina a anunciar um produtor de champanhe quando surgiu num anúncio da Moët Impérial. Uma ligação que não é de estranhar. Afinal, o champanhe define-se "pela sua fruta brilhante, o seu paladar sedutor e a sua elegante maturidade", características que poderiam estar a descrever uma mulher com o estatuto daquelas atrizes. 

Contudo, a história de amor entre mulheres e o seu amor pelo champanhe remonta ao passado. Relembremos Marilyn Monroe que chegou a tomar um banho de champanhe, tal era a sua adoração por esta bebida, pelo que foram necessárias 350 garrafas de champanhe, aproximadamente 262,5 litros, um volume que encheria uma banheira de tamanho médio. Bette Davis, no filme Old Acquaintance, afirmava: "Chega um momento na vida de toda a mulher em que a única coisa que ajuda é uma taça de champanhe." Coco Chanel, que criou guarda-roupas para o cinema, comentava: "Eu apenas bebo champanhe em duas ocasiões. Quando estou apaixonada e quando não estou apaixonada." Mostra-nos a história que a relação entre as mulheres e o champanhe é longa e viva. Ainda mais quando se trata de mulheres ligadas ao glamour do cinema, sobretudo o de Hollywood, tanto mais que o champanhe Moët Impérial e a Sétima Arte convivem desde sempre. Assim sendo, não é por acaso que o champanhe Moët Impérial é um símbolo de comemoração no mundo do cinema. Uma tradição que foi iniciada com a participação da marca em festivais de cinema e em prémios em todo o mundo, como é o caso do Festival de Cinema Americano de Deauville, em França, o Festival de Cinema de San Sebastián, em Espanha, e a cerimónia dos Óscares, nos Estados Unidos da América. Atualmente e em terreno nacional, Joaquim de Almeida, o ator português mais internacional, é considerado o "amigo da marca" e do champanhe Moët Impérial por excelência. Joaquim de Almeida viajou de Hollywood, ou mais precisamente de Los Angeles, para Lisboa para assumir o papel de anfitrião, na festa que celebrou o 150.º aniversário do champanhe Moët Impérial, a qual teve lugar no Pestana Palace, em Lisboa, no passado dia 5 de dezembro, contando com nomes como Inês Castel-Branco, Soraia Chaves, Jorge Corrula, Paula Lobo Antunes, Paulo Pires, Luís Borges, Nayma Mingas ou Filipe Faísca. 

O champanhe Moët Impérial é a bebida de excelência quando o tema é festejar. Mas, para além das celebrações, tem atributos suficientes para ganhar o título de "bebida de todos os dias", sobretudo para as mulheres que cuidam da boa forma e de um lifestyle requintado. Senão, vejamos: no geral, o champanhe tem menos calorias do que o vinho, pois um pequeno copo de champanhe pode ter entre 80 a 100 calorias, ou seja, menos de que um copo de 175 ml de vinho; faz bem à pele, desintoxicando-a através da ação dos antioxidantes e da presença do ácido tartárico, que ajuda a manter o equilíbrio do tom da pele; faz bem ao coração, já que um estudo descobriu que o champanhe contém elevados níveis de antioxidantes encontrados nas uvas vermelhas e, em menor quantidade, nas uvas brancas, que podem contribuir para reduzir a pressão arterial e a prevenir problemas cardíacos; e, por fim, e não menos relevante, o champanhe ajuda a ficar mais alegre e otimista de um modo mais rápido, bebido com moderação. Evidentemente. Por isso, torne o champanhe Moët Impérial uma companhia dileta, seja na passagem do ano ou no quotidiano, e imagine-se uma estrela sempre que degustar esse néctar dourado, efervescente e deliciosamente arrebatador.

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