Margarida Corceiro em Veneza. Os bastidores do festival contados em exclusivo pela Máxima
Ao longo destes dias, vamos partilhar tudo: os looks escolhidos, a maquilhagem, os bastidores e os momentos mais marcantes da atriz portuguesa em Itália.
Margarida Corceiro sorri em Veneza com uma gôndola no fundo
Foto: DR30 de agosto de 2025 às 19:18 Safiya Ayoob
O capítulo de estreia deste diário exclusivo da Máxima começa no primeiro dia de Margarida Corceiro no Festival de Cinema de Veneza — enão podia ter tido um arranque mais especial. Entre os canais e as ruas cheias de história, cada momento foi vivido como se fizesse parte de um filme, de forma inesquecível e memorável.
Margarida Corceiro prepara-se para o Festival de Veneza com maquilhagem e cabelo
Foto: DR
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Para o primeiro look de maquilhagem, a atriz portuguesa apostou nos seus favoritos Armani Beauty: a Vertigo Lift Mascara, o Cheek Tint Shine e o novo Prisma Glass, aliados perfeitos para uma beleza que já é luminosa por si só. O cabelo, tratado com produtos Kérastase, completou a elegância do visual pensado pela stylist Nelly Gonçalves.
Margarida Corceiro nos bastidores do Festival de Veneza
Foto: DR
À noite, o glamour continuou com um jantar exclusivo no Doge’s Palace, lado a lado com os embaixadores globais da Armani Beauty. Para esta ocasião, Margarida brilhou num look Giorgio Armani, joias Aariya Diamonds, sapatos Aquazzura e clutch também da Armani.
Margarida Corceiro deslumbra em Veneza durante o festival
Foto: Andrés Luján
E quando lhe perguntámos o que mais a entusiasmava por estar em Veneza, Margarida não hesitou: “Acho que é o sonho de qualquer atriz estar presente neste Festival (...) Motiva-me ainda mais a focar-me no meu percurso e a abraçar novos desafios.”
Margarida Corceiro deslumbra em Veneza durante o festival
Foto: Andrés Luján
Um primeiro dia digno de cinema.
Margarida Corceiro no Festival de Veneza, com loja Giorgio Armani iluminada
Foto: DR
A solidão masculina é um problema sustentado por relatos pessoais e dados recolhidos por estudos científicos. Há especialistas que acreditam ser "tão prejudicial para a saúde como fumar uma dúzia de cigarros por dia".
Quando a injustiça é evidente e todos ficamos calados, então o nosso silêncio é cúmplice. Presumir que não nos diz respeito só porque não é connosco é um erro grave de percepção.