No topo do mundo

Foi onde a Máxima esteve. Na mais alta montanha suíça, descobrimos os ingredientes-chave que oferecem à pele o mais precioso dos luxos: o tempo.

No topo do mundo
27 de fevereiro de 2014 às 07:00 Máxima

Nos anos 30, quando um cirurgião plástico de renome inaugurou a celebrada Clinique La Prairie, foi lançada a pedra basilar da mais sumptuosa marca de cosmética.

 

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Inaugurada em 1978, a La Prairie depressa conquistou o seu lugar de prestígio no mundo dos tratamentos de luxo, estando hoje presente em mais de 90 países. Mas independentemente desta rápida conquista do globo, os valores de La Prairie continuam enraizados onde tudo começou, na Suíça, lugar que nos revelou a maior novidade do ano da marca.

 

Olhando pela janela do histórico hotel Victoria-Jungfrau, em Interlaken, a vista não poderia ser mais deslumbrante e imediatamente apercebemo-nos das razões que levaram Mark Twain a descrever Jungfrau como “a mais impressionante massa montanhosa que o globo tem para mostrar”.

 

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É essa herança, profundamente tatuada no ADN da La Prairie, que redescobrimos na nova linha Swiss Ice Crystal. Os mais poderosos segredos da natureza revelam-se em dois produtos com a capacidade de retroceder os efeitos de uma vida repleta de fatores agressivos para a pele.

 

A descoberta de três plantas extraordinárias, capazes de sobreviver e preservar o seu ADN nas temperaturas mais adversas graças aos seus poderosíssimos sistemas internos de proteção, incentivou este retorno aos Alpes suíços, onde falámos com o Dr. Daniel Stangl, Diretor de Inovação de La Prairie, sobre a linha Swiss Ice Crystal.

DISCURSO DIRETO

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DANIEL STANGL, Diretor de Inovação de La Prairie, sobre a linha Swiss Ice Crystal

 

- Os cuidados para mulheres com vidasstressantes é uma tendência na cosmética. Foi este o vosso ponto de partida para criar Swiss Ice Crystal?

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Não, de todo. Normalmente é o que acontece, mas neste caso encontramos algo completamente novo que, por coincidência, se adequa na perfeição a uma grande tendência.

 

- Então a descoberta destas três plantas foi o que desencadeou a ideia de lançar uma nova linha?

Por acaso o que desencadeou toda a história de Swiss Ice Crystal foi um estudo botânico que li, onde estavam descritas as incríveis capacidades da Saxifraga Oppositifolia, uma planta frágil que sobrevive na montanha mais fria do mundo graças a um sistema de proteção que desenvolve no inverno. Foi este o ponto de partida e depois juntamos outras plantas extraordinárias.

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- Quanto tempo é que levou a desenvolver esta linha?

Começámo-la há dois ou três anos e avançámos muito depressa porque sabíamos que tínhamos algo em grande. As fórmulas e o conceito tinham de ser desenvolvidos rapidamente para sermos os primeiros a introduzir este conceito no mercado.

 

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- Em termos de inovações científicas, o que é que foi introduzido nas últimas décadas que fez com que estes dois produtos não pudessem ter sido desenvolvidos, digamos, há 50 anos?

Há diferentes aspetos das inovações. Saber mais sobre a biologia da pele é um ponto de partida para novas descobertas. Acho que é muito importante ter em conta que há diferentes células com necessidades distintas na pele. O papel das células estaminais foi uma grande inovação e influenciou muito fortemente a maneira como desenvolvemos novos ingredientes e os integramos nas fórmulas. O retinol, há 20 anos, e os alfa-hidroxiácidos, há cerca de 15 anos, foram descobertas importantíssimas, mas na realidade é uma combinação de novas tecnologias, ingredientes e visões sobre a biologia da pele que abrem o caminho para que possamos criar produtos como estes.

 

- Desenvolveu alguns dos lançamentos mais bem-sucedidos da La Prairie. Qual foi o mais desafiante?

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Ah! [Risos] O meu novo bebé: Swiss Ice Crystal! O nosso preferido é sempre o mais recente porque é o que nos desperta mais curiosidade. Sofremos um bocadinho quando lançamos uma novidade ao mundo, mas haverá outras! Trabalhamos em 10 ou 15 projetos de cada vez, por isso temos sempre novos preferidos no horizonte.

 

- Relativamente aos consumidores, num mundo tão globalizado acredita que as necessidades de pele estão a convergir?

Acho que sim. A globalização é uma força motivadora que aproxima as necessidades de pessoas de várias áreas do globo. A diferença são os backgrounds culturais e as preferências em termos de textura, mas a eficácia procurada é a mesma. Em Hong Kong, Paris ou Nova Iorque as necessidades são iguais porque o estilo de vida já é semelhante: stress, poluição, falta de sono.  

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- Quando diz que é uma linha adequada a temperaturas extremas refere-se tanto ao calor como ao frio?

Sim, sem dúvida. É claro que o impacto das temperaturas frias sobre a pele é mais negativo do que o do calor. A barreira da pele é quebrada com mais facilidade em temperaturas baixas e, consequentemente, os fatores externos podem penetrar mais profundamente, acelerando ainda mais o processo que leva ao envelhecimento cutâneo.

 

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- Segundo a sua experiência, quais são as noções erradas mais frequentes relacionadas com a pele?

Bem, é essencial perceber que a nossa pele precisa de três coisas: limpar, hidratar e proteger. Muitas pessoas negligenciam uma destas fases ou porque estão focadas nas rugas ou nas manchas, mas se saltarmos uma etapa, as rugas e manchas não deixam de aparecer. É muito simples: muitas pessoas pedem um elixir de juventude para ficar sem rugas, ignorando que os cuidados básicos são os mais importantes. Além disso, recebemos muitas perguntas dos consumidores sobre os níveis de concentração. Ora, os benefícios dependem da combinação dos ingredientes e da fórmula que apoie a sua penetração na pele.

 

- Haverá uma continuação desta linha?

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Sim! É uma coisa em grande, portanto, não podemos desperdiçá-la.

 

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