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Adolescentes em viagem pela primeira vez...e sozinhos!

Adolescentes em viagem pela primeira vez...e sozinhos!
Adolescentes em viagem pela primeira vez...e sozinhos!
14 de agosto de 2013 às 07:00 Máxima

  • Claro que tudo depende de pessoa para pessoa mas, no geral, a partir dos 15-16 anos, os adolescentes já são suficientemente maduros para ter noção de onde se encontram e já conseguem gerir situações de risco. Sugestão: começar a estadia com um pequeno grupo (em caso de problemas, podem apoiar-se uns aos outros). Férias a dois? Só se ambas as pessoas se conhecerem muito bem, é que a sua convivência será suportável. Conselho: Porque não deixá-lo ir sozinho com uma pequena mala para uma semana? A menos que, paradoxalmente, o seu filho seja demasiado solitário e centrado em si mesmo.
  • Acordar o melhor orçamento com os outros pais, sem os subestimar, é a melhor opção. Sugestão: Assegurar o alojamento (contar no orçamento, com a estadia no parque de campismo e num hotel ou pousada, caso chova); a alimentação (incluir alimentos básicos e procurar restaurantes em conta para o jantar); o programa de entretenimento (parques, museus?), sem esquecer de incluir um pequeno orçamento para acidentais problemas de saúde (assegurar uma consulta médica). Conselho: Dizer-lhe para ser responsável, pois não há aumentos, excepto em caso de imprevistos.
  • Sabe-se que o verão é a época dos abusos e transgressões: noites de álcool na praia, primeiras experiências com droga, desafios ousados? Sugestão: Não desvalorizar os efeitos das substâncias psicotrópicas. Conselho: Alertá-lo dos riscos de perder o controlo. Frases como ?arriscas-te a perder o teu portátil? ou ?podem tirar vantagem de ti? são necessárias para fazê-los ter noção dos perigos.
  • Não perturbe a boa disposição do seu pequeno viajante, lembre-se que é o seu tempo para os grandes encontros e saídas inesquecíveis. A saber: 63% dos adolescentes tiveram a sua primeira experiência sexual em tempo de verão. Com cuidado, advirta-o e previna-o: ?É preciso conhecer a verdade das situações de perigo?, pode ser um diálogo a adoptar. Lembre-o dos riscos da SIDA, das doenças sexualmente transmissíveis, do risco de gravidez? temas desvalorizados por alguns jovens. Conselho: Coloque uma caixa de preservativos na mala de viagem (eles ainda não se atrevem a comprar na farmácia).
  • Estas viagens são a primeira iniciação à autonomia dos jovens e servem para ?cortar? o cordão umbilical que a une ao seu filho! Não deverá ligar-lhe ou contactá-lo para o portátil a cada cinco minutos. No entanto, é claro que mesmo os adolescentes mais calmos podem perder o controlo se se sentirem naturalmente em liberdade. Não se esqueça de negociar antes da viagem: Uma mensagem por dia aos quinze anos, ou de três em três dias, aos dezasseis anos. Ele há-de responder-lhe dentro de duas horas, certamente! Conselho: Deve organizar uma espécie de acompanhamento parental em grupo, em que os pais se actualizam uns aos outros das notícias dos filhos, e deve haver sempre alguém disponível para, em casos de emergência, ir buscar os jovens. Caso o seu filho queira regressar da estadia mais cedo por qualquer razão, deve assegurar e estabelecer sempre um ponto de encontro antecipadamente.

Adolescentes em viagem pela primeira vez...e sozinhos!
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Claro que tudo depende de pessoa para pessoa mas, no geral, a partir dos 15-16 anos, os adolescentes já são suficientemente maduros para ter noção de onde se encontram e já conseguem gerir situações de risco. Sugestão: começar a estadia com um pequeno grupo (em caso de problemas, podem apoiar-se uns aos outros). Férias a dois? Só se ambas as pessoas se conhecerem muito bem, é que a sua convivência será suportável. Conselho: Porque não deixá-lo ir sozinho com uma pequena mala para uma semana? A menos que, paradoxalmente, o seu filho seja demasiado solitário e centrado em si mesmo.
2 de 6 / Claro que tudo depende de pessoa para pessoa mas, no geral, a partir dos 15-16 anos, os adolescentes já são suficientemente maduros para ter noção de onde se encontram e já conseguem gerir situações de risco. Sugestão: começar a estadia com um pequeno grupo (em caso de problemas, podem apoiar-se uns aos outros). Férias a dois? Só se ambas as pessoas se conhecerem muito bem, é que a sua convivência será suportável. Conselho: Porque não deixá-lo ir sozinho com uma pequena mala para uma semana? A menos que, paradoxalmente, o seu filho seja demasiado solitário e centrado em si mesmo.
Acordar o melhor orçamento com os outros pais, sem os subestimar, é a melhor opção. Sugestão: Assegurar o alojamento (contar no orçamento, com a estadia no parque de campismo e num hotel ou pousada, caso chova); a alimentação (incluir alimentos básicos e procurar restaurantes em conta para o jantar); o programa de entretenimento (parques, museus?), sem esquecer de incluir um pequeno orçamento para acidentais problemas de saúde (assegurar uma consulta médica). Conselho: Dizer-lhe para ser responsável, pois não há aumentos, excepto em caso de imprevistos.
3 de 6 / Acordar o melhor orçamento com os outros pais, sem os subestimar, é a melhor opção. Sugestão: Assegurar o alojamento (contar no orçamento, com a estadia no parque de campismo e num hotel ou pousada, caso chova); a alimentação (incluir alimentos básicos e procurar restaurantes em conta para o jantar); o programa de entretenimento (parques, museus?), sem esquecer de incluir um pequeno orçamento para acidentais problemas de saúde (assegurar uma consulta médica). Conselho: Dizer-lhe para ser responsável, pois não há aumentos, excepto em caso de imprevistos.
Sabe-se que o verão é a época dos abusos e transgressões: noites de álcool na praia, primeiras experiências com droga, desafios ousados? Sugestão: Não desvalorizar os efeitos das substâncias psicotrópicas. Conselho: Alertá-lo dos riscos de perder o controlo. Frases como ?arriscas-te a perder o teu portátil? ou ?podem tirar vantagem de ti? são necessárias para fazê-los ter noção dos perigos.
4 de 6 / Sabe-se que o verão é a época dos abusos e transgressões: noites de álcool na praia, primeiras experiências com droga, desafios ousados? Sugestão: Não desvalorizar os efeitos das substâncias psicotrópicas. Conselho: Alertá-lo dos riscos de perder o controlo. Frases como ?arriscas-te a perder o teu portátil? ou ?podem tirar vantagem de ti? são necessárias para fazê-los ter noção dos perigos.
Não perturbe a boa disposição do seu pequeno viajante, lembre-se que é o seu tempo para os grandes encontros e saídas inesquecíveis. A saber: 63% dos adolescentes tiveram a sua primeira experiência sexual em tempo de verão. Com cuidado, advirta-o e previna-o: ?É preciso conhecer a verdade das situações de perigo?, pode ser um diálogo a adoptar. Lembre-o dos riscos da SIDA, das doenças sexualmente transmissíveis, do risco de gravidez? temas desvalorizados por alguns jovens. Conselho: Coloque uma caixa de preservativos na mala de viagem (eles ainda não se atrevem a comprar na farmácia).
5 de 6 / Não perturbe a boa disposição do seu pequeno viajante, lembre-se que é o seu tempo para os grandes encontros e saídas inesquecíveis. A saber: 63% dos adolescentes tiveram a sua primeira experiência sexual em tempo de verão. Com cuidado, advirta-o e previna-o: ?É preciso conhecer a verdade das situações de perigo?, pode ser um diálogo a adoptar. Lembre-o dos riscos da SIDA, das doenças sexualmente transmissíveis, do risco de gravidez? temas desvalorizados por alguns jovens. Conselho: Coloque uma caixa de preservativos na mala de viagem (eles ainda não se atrevem a comprar na farmácia).
Estas viagens são a primeira iniciação à autonomia dos jovens e servem para ?cortar? o cordão umbilical que a une ao seu filho! Não deverá ligar-lhe ou contactá-lo para o portátil a cada cinco minutos. No entanto, é claro que mesmo os adolescentes mais calmos podem perder o controlo se se sentirem naturalmente em liberdade. Não se esqueça de negociar antes da viagem: Uma mensagem por dia aos quinze anos, ou de três em três dias, aos dezasseis anos. Ele há-de responder-lhe dentro de duas horas, certamente! Conselho: Deve organizar uma espécie de acompanhamento parental em grupo, em que os pais se actualizam uns aos outros das notícias dos filhos, e deve haver sempre alguém disponível para, em casos de emergência, ir buscar os jovens. Caso o seu filho queira regressar da estadia mais cedo por qualquer razão, deve assegurar e estabelecer sempre um ponto de encontro antecipadamente.
6 de 6 / Estas viagens são a primeira iniciação à autonomia dos jovens e servem para ?cortar? o cordão umbilical que a une ao seu filho! Não deverá ligar-lhe ou contactá-lo para o portátil a cada cinco minutos. No entanto, é claro que mesmo os adolescentes mais calmos podem perder o controlo se se sentirem naturalmente em liberdade. Não se esqueça de negociar antes da viagem: Uma mensagem por dia aos quinze anos, ou de três em três dias, aos dezasseis anos. Ele há-de responder-lhe dentro de duas horas, certamente! Conselho: Deve organizar uma espécie de acompanhamento parental em grupo, em que os pais se actualizam uns aos outros das notícias dos filhos, e deve haver sempre alguém disponível para, em casos de emergência, ir buscar os jovens. Caso o seu filho queira regressar da estadia mais cedo por qualquer razão, deve assegurar e estabelecer sempre um ponto de encontro antecipadamente.
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