Parece mentira, mas não é: houve apenas 0,3% de modelos "plus-size" nas últimas passerelles internacionais
Mais do que uma tendência, a inclusão exige continuidade.
Mais do que uma tendência, a inclusão exige continuidade.
Esta última temporada de entregas de prémios parece ter seguido um padrão estético. Não falamos de color block ou rendas, mas de silhuetas esguias que dominaram o red carpet e os nossos pensamentos: afinal, quem define o que é desejável no cinema e por que quase sempre passa por corpos magros?
Quando a magreza nunca chega, algo está errado. E não é só connosco.
Estas são algumas das mulheres que enfrentaram os trolls na internet e ainda deram uma lição de amor-próprio.
Marcas como a Phoebe Philo, Loro Piano e The Row tornaram o luxo cada vez mais caro e inacessível, mas o que faz uma t-shirt chegue aos €1500? Numa altura em que várias marcas são obrigadas a contratar modelos de diferentes tamanhos, a magreza está de volta as passerelles e a Máxima reflete sobre a situação. Isamaya Ffrench é capaz de contar uma história através da maquilhagem. O Dicionário de Estilo quer falar-nos de beleza e mutação.
A estética da fragilidade e do grunge regressou, agora alimentada também pelo recurso a fármacos de emagrecimento. Após vários anos de luta por inclusividade e representatividade nas passerelles, o plus size tornou-se presença simbólica, quase decorativa, restrita a uma ou duas modelos por desfile.
Frases motivacionais, restrições calóricas e cursos que ajudam a perder peso. Quem são as criadoras de conteúdos que fazem da filosofia de emagrecimento um ganha-pão?
A atriz foi considerada pela "People" a mulher mais bonita do mundo em 2025 — e as opiniões dividem-se. "Se as mulheres fizerem alterações cosméticas, julgamos. Se envelhecerem sem manter uma aparência jovem, são demolidas. Tornou-se impossível envelhecer, seja qual for o caminho que se escolhe."