Há árvores a crescer no meio de Paris e a culpa não é das alterações climáticas
Na Semana de Alta-Costura de Paris, as roupas foram protagonistas, mas os cenários revelaram uma narrativa que vai muito além das passerelles.
Na Semana de Alta-Costura de Paris, as roupas foram protagonistas, mas os cenários revelaram uma narrativa que vai muito além das passerelles.
Entre o surrealismo de Schiaparelli, a escultura de Dior, o encantamento quotidiano da Chanel e as novas leituras de Balenciaga e Armani Privé, ficou claro que a couture de hoje vive menos do excesso e mais das ideias que consegue materializar.
Um verão tão quente como este pede experiências de luxo à altura. Fomos conhecer uma das vilas mais exclusivas do hotel Vila Vita, no Algarve, e apresentamos-lhe uma marca de beleza inovadora que propõe uma alternativa às agulhas. Para já, sentamo-nos na primeira fila dos desfiles de alta-costura de Paris, para ver de perto as coleções mais especiais das principais casas e designers, da Dior à Chanel.
O mais recente desfile de moda da casa parisiense foi um conto de fadas protagonizado por heroínas saídas de histórias do quotidiano - rostos que não se procuram, mas não se esquecem. À semelhança de Coco Chanel, as modelos de Matthieu Blazy são elegantes, discretas, misteriosas. E, para o seu final feliz, preferem um "little black dress" ao invés de um vestido de noiva.
Estamos a assistir ao aparecimento de sapatos pouco convencionais e que provavelmente não seriam a nossa primeira opção, mas os números não mentem e a popularidade está a aumentar exponencialmente. Mas o que que têm, afinal, estes sapatos de tão especial?
Traduzindo para a arquitetura e os interiores a elegância intemporal do criador que liderou a Chanel durante 36 anos, os responsáveis da marca explicam como estão a transformar a assinatura e a memória de Lagerfeld num novo endereço lisboeta.
Com o arranque da maior edição de sempre de um campeonato do mundo de futebol, os relvados serão, nas próximas semanas, o centro de todas as atenções. Pendentes do apito inicial estarão, além dos adeptos, os responsáveis pelas marcas (de luxo e não só) que perceberam que o desporto-rei é uma máquina de fazer dinheiro. Agora, além de vestir os atletas, elas são parte do jogo.
Em Cannes, Marion Cotillard continuou a ser musa. Em “Karma”, do seu ex-Guillaume Canet, foi insuperável num papel de grande sofrimento físico e emocional. Mas também foi vista em “Roma Elastica”. Conversa num terraço de Cannes, com uma aparição “desconfortável” de…Canet!