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Moda / Tendências

Back to the basics: O must-have deste inverno

Capsule wardrobe: o estritamente necessário nunca foi tão desejável.

15 de janeiro de 2016 às 07:00 Máxima

A última prática na berra entre as bloguistas de moda americanas? Reduzir o seu guarda-roupa a uma "cápsula" de uma trintena (OK, não serão poucas, mas estamos a falar de fashionistas) de peças indispensáveis que se conjugam perfeitamente entre si. Nas redes sociais pululam os posts How to create a capsule wardrobe?, com uma pequena lista visual bem ordenada e bastante atrativa. Mesmo que, pessoalmente, não achemos que dez pares de sapatos constituam o mínimo vital, o movimento nasce de uma aspiração mais geral. Trata-se de voltarmos a concentrar-nos nos "essenciais" (as nossas mães diziam "?intemporais") que desintoxicam os nossos roupeiros das suas gorduras excessivas, isto é, todas as peças – compradas num dia de neura ou sob a influência de alguma substância – que vestimos uma vez (se tanto).

Sinal de que é "a" nova atitude? A própria Garance Doré ofereceu recentemente ao seu clube de fãs o relato comovente (sob o título Everything must go) da purga feita no seu guarda-roupa. De resto, a profissão de "polícia de roupeiro" está em franco desenvolvimento: assim, a conselheira de estilo Isabelle Thomas propõe-se "selecionar, eliminar sem apelo nem agravo" e "revisitar as peças abandonadas" sob a sua doce mas implacável palmatória (leia aqui).

Muitas casas prosperam também no domínio do belo básico, que já não é visto como sensaborão, mas como moderno e justo. A MaisonStandards, em França, a Everlane ou a AYR (All Year Round), nos Estados Unidos, só fazem a "boa" T-shirt, a camisa "perfeita", a camisola de lã "justa", etc. Esta visão risonha de uma forma de "decrescimento" relativo (o objetivo continua a ser consumir, mas cometendo menos erros) seduz toda uma geração criada a fast fashion. E que raia agora a overdose, depois de muitos acessos de binge shopping… Até as marcas mais populares aderem, como a Promod, que oferece este inverno uma coleção de "Dez Essenciais" impressionantes, entre os quais um casaco de homem creme, de corte impecável e em fazenda de lã italiana, que é o pequeno segredo do início deste inverno (€129,95).

Todavia, entre as marcas "Essencial" ou "Desinteressante de Morte", a margem é fluida para o comum dos mortais. E comprar as vigésimas terceiras calças pretas não constitui um progresso no caminho para a contenção… Eis o modo de emprego das peças de vestuário que são nossas "amigas para a vida" (mesmo que tenhamos várias, felizmente!).

Muitas casas prosperam também no domínio do belo básico, que já não é visto como sensaborão, mas como moderno e justo. A MaisonStandards, em França, a Everlane ou a AYR (All Year Round), nos Estados Unidos, só fazem a "boa" T-shirt, a camisa "perfeita", a camisola de lã "justa", etc. Esta visão risonha de uma forma de "decrescimento" relativo (o objetivo continua a ser consumir, mas cometendo menos erros) seduz toda uma geração criada a fast fashion. E que raia agora a overdose, depois de muitos acessos de binge shopping… Até as marcas mais populares aderem, como a Promod, que oferece este inverno uma coleção de "Dez Essenciais" impressionantes, entre os quais um casaco de homem creme, de corte impecável e em fazenda de lã italiana, que é o pequeno segredo do início deste inverno (€129,95).

A CAMISA BRANCA | A recomendação: Uma camisa branca (os americanos chamam-lhe clean shirts e está tudo dito) vai bem com tudo e usa-se de mil maneiras, desde as abotoadas até às que revelam bastante do decote. | O truque a saber: As mangas sabiamente arregaçadas não estão tanto em voga. Em contrapartida, os punhos compridos, a cobrir a mão e a sobressair da manga da camisola, são mais que encorajados. Neste caso, uma camisa de homem roubada ao mais-que-tudo serve perfeitamente.
1 de 8 / A CAMISA BRANCA | A recomendação: Uma camisa branca (os americanos chamam-lhe clean shirts e está tudo dito) vai bem com tudo e usa-se de mil maneiras, desde as abotoadas até às que revelam bastante do decote. | O truque a saber: As mangas sabiamente arregaçadas não estão tanto em voga. Em contrapartida, os punhos compridos, a cobrir a mão e a sobressair da manga da camisola, são mais que encorajados. Neste caso, uma camisa de homem roubada ao mais-que-tudo serve perfeitamente.
OS JEANS PERFEITOS | A recomendação: Há certamente tantos tipos de jeans como de mulheres. Mas dois imperativos assinalam os corretos para 2016. Banem-se os superskinny (calha bem, quase precisávamos de fórceps para sair deles) e as cinturas baixas. E, à parte os bocas-de-sino, usam-se curtos, pelo tornozelo ou um pouco acima, com dobra, bainha ou simplesmente cortados. | O truque a saber: Desconfie das cinturas demasiado altas (como é muitas vezes o caso na Asos ou na American Apparel), que não nos deixam respirar.
2 de 8 / OS JEANS PERFEITOS | A recomendação: Há certamente tantos tipos de jeans como de mulheres. Mas dois imperativos assinalam os corretos para 2016. Banem-se os superskinny (calha bem, quase precisávamos de fórceps para sair deles) e as cinturas baixas. E, à parte os bocas-de-sino, usam-se curtos, pelo tornozelo ou um pouco acima, com dobra, bainha ou simplesmente cortados. | O truque a saber: Desconfie das cinturas demasiado altas (como é muitas vezes o caso na Asos ou na American Apparel), que não nos deixam respirar.
A CAMISOLA IDEAL | A recomendação: Renuncie aos camisolões e opte por uma camisolinha, mais interessante que a sweat. O importante é que não seja demasiado larga ou comprida, para casar bem com as calças de cintura alta. Ou então deve ser suficientemente fina para usar por dentro. | O truque a saber: A camisola de marinheiro bretão no tamanho para 16 anos também não está mal, mas usar sobre uma camisa (porque pica).
3 de 8 / A CAMISOLA IDEAL | A recomendação: Renuncie aos camisolões e opte por uma camisolinha, mais interessante que a sweat. O importante é que não seja demasiado larga ou comprida, para casar bem com as calças de cintura alta. Ou então deve ser suficientemente fina para usar por dentro. | O truque a saber: A camisola de marinheiro bretão no tamanho para 16 anos também não está mal, mas usar sobre uma camisa (porque pica).
O BELO CASACO | A recomendação: Embora os casacões aos quadrados nos pisquem o olho este ano, será sensato resistir, se não quisermos parecer que fugimos de um hospício. Em contrapartida, com um caban e um casaco de corte masculino com duas fileiras de botões ficaremos compostas. | O truque a saber: Todos se usam abertos.
4 de 8 / O BELO CASACO | A recomendação: Embora os casacões aos quadrados nos pisquem o olho este ano, será sensato resistir, se não quisermos parecer que fugimos de um hospício. Em contrapartida, com um caban e um casaco de corte masculino com duas fileiras de botões ficaremos compostas. | O truque a saber: Todos se usam abertos.
A T-SHIRT IMPECÁVEL | A recomendação: Separamo-nos de tudo o que estiver lasso ou encardido (no caso do branco) para apostar em algumas T-shirts de gola redonda (mais elegantes que as de decote em V, a menos que tenham o V certo, fundo mas não demasiado), não muito largas. | O truque a saber: Embora possa fazer dó, esticar várias vezes com golpes secos as golas não suficientemente soltas melhora-as bastante.
5 de 8 / A T-SHIRT IMPECÁVEL | A recomendação: Separamo-nos de tudo o que estiver lasso ou encardido (no caso do branco) para apostar em algumas T-shirts de gola redonda (mais elegantes que as de decote em V, a menos que tenham o V certo, fundo mas não demasiado), não muito largas. | O truque a saber: Embora possa fazer dó, esticar várias vezes com golpes secos as golas não suficientemente soltas melhora-as bastante.
O INDISPENSÁVEL BLAZER | A recomendação: Um blazer de corte direito, masculino, é o mínimo dos mínimos. Um de tipo smoking para lhe juntar é o ideal. | O truque a saber: Todos são perfeitos com jeans, tanto de dia como à noite. O truque do cinto – que, nesta estação, é mais em cordão que em couro – é sempre eficaz num blazer sóbrio.
6 de 8 / O INDISPENSÁVEL BLAZER | A recomendação: Um blazer de corte direito, masculino, é o mínimo dos mínimos. Um de tipo smoking para lhe juntar é o ideal. | O truque a saber: Todos são perfeitos com jeans, tanto de dia como à noite. O truque do cinto – que, nesta estação, é mais em cordão que em couro – é sempre eficaz num blazer sóbrio.
A SAIA CERTA | A recomendação: Chegou a hora de, ao menos uma vez na vida, sair da “linha A” e ousar uma saia-lápis, que fica muito melhor do que se pensa com ténis, camisolas, etc. | O truque a saber: Ousar a versão com collants de rede larga que se veem sob a saia na cintura, com uma camisa branca atada à frente com um nó. E nunca terá um ar quarentão…
7 de 8 / A SAIA CERTA | A recomendação: Chegou a hora de, ao menos uma vez na vida, sair da “linha A” e ousar uma saia-lápis, que fica muito melhor do que se pensa com ténis, camisolas, etc. | O truque a saber: Ousar a versão com collants de rede larga que se veem sob a saia na cintura, com uma camisa branca atada à frente com um nó. E nunca terá um ar quarentão…
OS OBRIGATÓRIOS TÉNIS | A recomendação: É o ano dos ténis. Se já temos aquele par que se pode usar no dia a dia com estilo, sem parecer que acabámos de sair do ginásio, apostamos nuns dérbis masculinos. | O truque a saber: Também se usam com uma saia-lápis.
8 de 8 / OS OBRIGATÓRIOS TÉNIS | A recomendação: É o ano dos ténis. Se já temos aquele par que se pode usar no dia a dia com estilo, sem parecer que acabámos de sair do ginásio, apostamos nuns dérbis masculinos. | O truque a saber: Também se usam com uma saia-lápis.
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