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À flor da pele: um novo olhar sobre a urticária

Reconhecer os principais sintomas da doença e procurar o acompanhamento adequado é meio caminho andado para ver além da pele, sem pôr a vida em pausa.

01 de outubro de 2021

Estima-se que um em cada quatro a cinco portugueses possa ter um episódio de urticária, pelo menos uma vez na vida. As mulheres entre os 20 e os 40 anos são o grupo mais afetado pela urticária crónica espontânea que, apesar de ser uma patologia comum, é desafiante, complexa e muitas vezes incapacitante. Causadora de medos e desânimo, impacta diretamente na qualidade de vida de quem padece desta condição1,2.

É essencial conhecer os principais sintomas e procurar apoio médico e acompanhamento adequado, não só para a compreensão da doença como para a minimização do impacto pessoal, mas também familiar e social1,2. Este é o trampolim que permite saltar além das manchas visíveis e fazer das fraquezas força.

Desmistificar a urticária


Pelo quinto ano consecutivo, a Novartis e a Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC) colaboram para dar vida à campanha "À Flor da Pele", que volta a ser lançada a 1 de outubro, o Dia Mundial da Urticária. O objetivo é sensibilizar a maior "mancha" possível da sociedade para uma doença que, apesar do elevado impacto que tem na vida de muitos portugueses, não precisa de ser "um bicho de sete cabeças".




Esta ação de sensibilização em todo o país quer chamar a atenção para os sintomas associados à urticária crónica espontânea (UCE) e para as implicações no dia a dia e importância de um acompanhamento adequado. A campanha é ainda uma mensagem de esperança e mudança do olhar sobre uma doença que, por mais desafiadora que possa parecer, tem tratamento1,3. E sim, é possível superar os desafios impostos pelos sintomas e viver bem na própria pele1!


Sintomas da urticária crónica espontânea1,3,4



• Manchas avermelhadas com relevo

• Comichão

• Inchaço



Uma nova pele


Com a mesma assinatura de sempre – #eusouatuarede –, o lema da campanha "À Flor da Pele" enfatiza a necessidade que as pessoas com esta doença crónica têm de contar com uma rede de apoio que reconheça as dificuldades e necessidades. A campanha deste ano foi mais longe ao envolver duas novas dimensões:

#cuidadosàflordapele, na divulgação de conselhos práticos para o aumento de bem-estar;

#perguntasàflordapele, com uma componente de respostas nas redes sociais.


Além disso, conta ainda com a colaboração da APUrtica – Associação Portuguesa de Doentes de Urticária, criada há cerca de um ano e que vem ajudar a dar (ainda) maior visibilidade à UCE e apoiar todos quantos sofrem com esta doença.


Chamar a urticária pelos nomes


A urticária é uma doença que afeta 15% a 25% da população em geral, pelo menos uma vez na vida1. Pode ser classificada como aguda ou crónica. No caso da urticária crónica – isto é, uma urticária que persiste por mais de seis semanas –, podemos estar a falar de uma urticária que é espontânea (espoletada sem um fator externo evidente) ou indutível (quando provocada por causas específicas, como a temperatura ou a pressão)1.

Estima-se que a urticária crónica afete de 0,5 a 1% da população mundial e que 2/3 dos casos sejam de urticária crónica espontânea, a qual pode ter uma duração longa, em média entre um e cinco anos4.


No site da Novartis (www.umapeleparaavida.pt), encontra informações importantes sobre a doença. Este é o nosso passa a palavra. Informe-se e informe. É hora de deixar o medo, a vergonha e o isolamento de lado para passar a andar com a confiança, a liberdade e o otimismo à flor da pele.





Referências:

1. Costa, A. et al, Doente com urticária crónica: diagnosticar e tratar melhor, Postgraduate Medicine 2016, Vol 45(1):1-8;

2. M Gonçalo et al - British Journal of Dermatology (2021) 184, pp226–236;

3. Maurer M, et al. Allergy 2011: 66: 317-330;

4. Costa C. et al, Urticaria Crónica – Do diagnóstico ao tratamento, Revista SPDV 2016, 74(4): 315-325;

IRCSU/046/092021