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12 de fevereiro de 2016 às 13:09 Máxima
O Melhor Sexo do Mundo é uma revisão da matéria, onde as aulas práticas se sobrepõem às teóricas, ajudando a descobrir ou a reconstruir uma forte ligação entre sexo e erotismo, sexualidade e espiritualidade, entre corpo e alma, juntando entrega e partilha, dedicação e rendição. CRISTINA MIRA SANTOS é psicóloga, professora de Psicologia e desenvolve workshops e formações na área da sexualidade. Atualmente trabalha em Sexologia Clínica, onde aplica um método terapêutico por si desenvolvido, chamado Psicoterapia da Consciência, integrando também na sua atividade diversas terapias alternativas, nomeadamente no âmbito da Sexualidade Sagrada
1 de 10 / O Melhor Sexo do Mundo é uma revisão da matéria, onde as aulas práticas se sobrepõem às teóricas, ajudando a descobrir ou a reconstruir uma forte ligação entre sexo e erotismo, sexualidade e espiritualidade, entre corpo e alma, juntando entrega e partilha, dedicação e rendição. CRISTINA MIRA SANTOS é psicóloga, professora de Psicologia e desenvolve workshops e formações na área da sexualidade. Atualmente trabalha em Sexologia Clínica, onde aplica um método terapêutico por si desenvolvido, chamado Psicoterapia da Consciência, integrando também na sua atividade diversas terapias alternativas, nomeadamente no âmbito da Sexualidade Sagrada
DO FUNDO DO POÇO SE VÊ A LUA, de Joca Reiners Terron (Teorema) | William e Wilson são dois gémeos que, após a morte da mãe, vivem numa redoma criada pelo pai. No dia em que fazem 18 anos podem finalmente partir, mas uma tragédia acaba por rescrever os planos dos irmãos cujos destinos se voltam a cruzar, vinte anos depois. Simultaneamente cómica e violenta, esta é a história de um amor fraternal e a forma como ele resiste à tragédia e ao passar do tempo.
2 de 10 / DO FUNDO DO POÇO SE VÊ A LUA, de Joca Reiners Terron (Teorema) | William e Wilson são dois gémeos que, após a morte da mãe, vivem numa redoma criada pelo pai. No dia em que fazem 18 anos podem finalmente partir, mas uma tragédia acaba por rescrever os planos dos irmãos cujos destinos se voltam a cruzar, vinte anos depois. Simultaneamente cómica e violenta, esta é a história de um amor fraternal e a forma como ele resiste à tragédia e ao passar do tempo.
CÉU NUBLADO COM BOAS ABERTAS, de Nuno Costa Santos (Quetzal) | A magia inesgotável dos Açores inspira um romance onde várias histórias se cruzam em torno de um homem que regressa à sua terra para cumprir um pedido do avô, já falecido: recolher as histórias da ilha. “A” ilha: São Miguel. A pesada herança inspira ainda uma série de encontros improváveis (com um navegador francês em apuros, um traficante de droga, uma stripper, um casal chinês, entre muitos outros), através dos quais o protagonista acaba por redefinir também a sua própria identidade.
3 de 10 / CÉU NUBLADO COM BOAS ABERTAS, de Nuno Costa Santos (Quetzal) | A magia inesgotável dos Açores inspira um romance onde várias histórias se cruzam em torno de um homem que regressa à sua terra para cumprir um pedido do avô, já falecido: recolher as histórias da ilha. “A” ilha: São Miguel. A pesada herança inspira ainda uma série de encontros improváveis (com um navegador francês em apuros, um traficante de droga, uma stripper, um casal chinês, entre muitos outros), através dos quais o protagonista acaba por redefinir também a sua própria identidade.
A SALA MAGENTA, de Mário de Carvalho (Porto Editora) | Distinguido com alguns dos mais prestigiados prémios nacionais, Mário de Carvalho abre a porta desta Sala Magenta, reduto de Gustavo Miguel Dias, um cineasta em final de carreira, refugiado numa casa perdida na floresta meio assombrada pelas memórias de um passado cheio de alegrias e excessos.
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VEM À QUINTA-FEIRA, de Filipa Leal (Assírio & Alvim) | Vem à Quinta-feira é o seu mais recente livro de poesia de Filipa Leal. Nele dá conta dos sobressaltos da sua geração, mas também das contrariedades vividas pelas anteriores, desfiando memórias e inventariando emoções.
5 de 10 / VEM À QUINTA-FEIRA, de Filipa Leal (Assírio & Alvim) | Vem à Quinta-feira é o seu mais recente livro de poesia de Filipa Leal. Nele dá conta dos sobressaltos da sua geração, mas também das contrariedades vividas pelas anteriores, desfiando memórias e inventariando emoções.
O ÚLTIMO SEGREDO DO TEMPLO, de Paul Sussman (Bertrand Editora) | Sussman era jornalista, arqueólogo e autor best-seller. Aqui, recupera Yusuf Khalifa, protagonista de outras obras, que regressa a um caso antigo, investigando a morte de uma israelita. A trama adensa-se com a entrada em cena de uma jornalista palestiniana com informações que não só mexem com a sempre frágil estabilidade no Médio Oriente mas também com o mistério que desencadeia a história.
6 de 10 / O ÚLTIMO SEGREDO DO TEMPLO, de Paul Sussman (Bertrand Editora) | Sussman era jornalista, arqueólogo e autor best-seller. Aqui, recupera Yusuf Khalifa, protagonista de outras obras, que regressa a um caso antigo, investigando a morte de uma israelita. A trama adensa-se com a entrada em cena de uma jornalista palestiniana com informações que não só mexem com a sempre frágil estabilidade no Médio Oriente mas também com o mistério que desencadeia a história.
CAMINHO DE SANGUE, de Jonathan Hacker e Thomas Small (Bertrand Editora) | O realizador Jonathan Hacker e o especialista em Estudos Árabes e  Islâmicos Thomas Small tiveram acesso privilegiado aos arquivos do governo da Arábia Saudita, entrevistaram militantes da Al-Qaeda capturados e analisaram vídeos das suas células. Daí resulta um livro que conta a história do exército que Osama bin Laden criou para atacar a Arábia Saudita com o objetivo de conquistar a terra das Duas Mesquitas Sagradas, o berço do islamismo, dando também conta das suas lutas internas.
7 de 10 / CAMINHO DE SANGUE, de Jonathan Hacker e Thomas Small (Bertrand Editora) | O realizador Jonathan Hacker e o especialista em Estudos Árabes e Islâmicos Thomas Small tiveram acesso privilegiado aos arquivos do governo da Arábia Saudita, entrevistaram militantes da Al-Qaeda capturados e analisaram vídeos das suas células. Daí resulta um livro que conta a história do exército que Osama bin Laden criou para atacar a Arábia Saudita com o objetivo de conquistar a terra das Duas Mesquitas Sagradas, o berço do islamismo, dando também conta das suas lutas internas.
MUNDO DO FIM DO MUNDO, de Luís Sepúlveda (Porto Editora) | O escritor chileno conduz-nos numa viagem colorida pela sua terra, através da história de um jornalista e ativista que, na adolescência, era fascinado com a história de Moby Dick. Já adulto repete uma das viagens que mais moldou o seu passado, agora com o objetivo de defender a fauna marítima que habita o seu mar.
8 de 10 / MUNDO DO FIM DO MUNDO, de Luís Sepúlveda (Porto Editora) | O escritor chileno conduz-nos numa viagem colorida pela sua terra, através da história de um jornalista e ativista que, na adolescência, era fascinado com a história de Moby Dick. Já adulto repete uma das viagens que mais moldou o seu passado, agora com o objetivo de defender a fauna marítima que habita o seu mar.
AS HORAS INVISÍVEIS, de David Mitchell (Editorial Presença) | Caleidoscópico. Uma boa palavra para descrever um romance que se desenha na fronteira do fantástico (foi de resto vencedor do World Fantasy Novel Award 2015). Nele se conta a história de Holly Stykes, uma adolescente inglesa propensa a acontecimentos paranormais, que conduz o leitor numa viagem que cruza tempos e continentes.
9 de 10 / AS HORAS INVISÍVEIS, de David Mitchell (Editorial Presença) | Caleidoscópico. Uma boa palavra para descrever um romance que se desenha na fronteira do fantástico (foi de resto vencedor do World Fantasy Novel Award 2015). Nele se conta a história de Holly Stykes, uma adolescente inglesa propensa a acontecimentos paranormais, que conduz o leitor numa viagem que cruza tempos e continentes.
BUTCHER'S CROSSING, de John Williams (D. Quixote) | Tal como Stoner, também este romance passou despercebido durante mais de meio século. Partilham ainda a crueza e a precisão da linguagem que em tudo contribuem para a criação de paisagens inóspitas e atmosferas absolutamente marcantes. No caso, uma vila do Oeste de onde quatro homens – entre eles um jovem recém-saído de Harvard – partem para uma viagem violenta e transformadora.
10 de 10 / BUTCHER'S CROSSING, de John Williams (D. Quixote) | Tal como Stoner, também este romance passou despercebido durante mais de meio século. Partilham ainda a crueza e a precisão da linguagem que em tudo contribuem para a criação de paisagens inóspitas e atmosferas absolutamente marcantes. No caso, uma vila do Oeste de onde quatro homens – entre eles um jovem recém-saído de Harvard – partem para uma viagem violenta e transformadora.
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