Tendências

25 de Abril de 1974. A Moda também foi uma arma

Durante décadas, as políticas de corpo da ditadura encerraram homens e mulheres num figurino austero e pouco expressivo. Com a Revolução de 1974, os corpos libertaram-se e os guarda-roupas foram enriquecidos com novas tendências.

Atual

Histórias de Amor Moderno: “Há lá tempo para red flags quando estamos no começo da paixão”

“Foi um tempo maravilhoso em que fomos certamente felizes. O incidente acabou por nos quebrar e, inevitavelmente, por nos separar.” Todos os sábados, a Máxima publica um conto sobre o amor no século XXI, a partir de um caso real.

Atual

Histórias de Amor Moderno: “Começámos a chocar pela mais improvável das razões: os partidos em que votávamos”

“No contexto certo, com uma educação como a que eu tive, a política torna-se crença.” Todos os sábados, a Máxima publica um conto sobre o amor no século XXI, a partir de um caso real.

Celebridades

Arma encontrada junto ao corpo do marido de Lady Gabriella Windsor

Informação apresentada em tribunal indica que Thomas Kingston, marido da prima do rei Carlos III, morreu devido a "ferimento traumático na cabeça" e que uma arma foi encontrada junto ao corpo. A polícia não considera a morte suspeita. O termo "suicídio" não é referido, mas a conclusão é inevitável.

Tendências

Abaixo os soutiens! As transparências são a tendência mais poderosa da estação

O uso de peças de roupa que se assemelham ao nada, ou ao quase nada, é uma tendência que não vem de hoje. Desde Cher em 1974 à coleção da Saint Laurent para o próximo inverno, a evolução da Moda mostra-nos como podemos vesti-la.

Tendências

Dânia Neto: “Hoje com 40 anos sinto-me melhor na minha pele do que quando tinha 20”

A atriz é o rosto do perfume Her Code, d'O Boticário, e esteve a apresentar a novidade no Rive Rouge, em Lisboa, numa festa de lançamento organizada pela marca.

Atual

Soraia Chaves: "A Moda deu-me conforto com o meu corpo, com a minha pele, com a nudez, com a minha imagem"

A atriz está no epicentro do que no País se faz de melhor na representação: é como a flor rara que todos querem, o rosto que não se confunde numa multidão, a miúda mais gira da festa. A série do momento? Ela estará lá.

Atual

Ricardo Araújo Pereira: “Somos todos ridículos. O ridículo é muito democrático.”

Para quem se leva demasiado a sério, esta consideração que RAP fez no lançamento do seu livro “Coisa Que Não Edifica Nem Destrói”, soa a sacrilégio. Talvez o leitor fique mais apaziguado na sua sobriedade se souber que o humorista estudou Santo Isidoro de Sevilha antes de alvitrar estes palpites.

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