Bruxarias, mortes, infância. Cristèlle Alves Meira, realizadora, é um nome a fixar
Alma Viva, que acaba de estrear, é o escolhido para representar Portugal nos Óscares deste ano. Não só é uma primeira longa-metragem muito bela sobre a identidade cultural e a intimidade dos afetos, como nela a realizadora condensa o princípio do seu cinema humanista que ultrapassa fronteiras de nacionalidade. A Máxima foi conhecê-la.