"As pessoas não notam a diferença" - por que mulheres mais velhas preferem homens mais novos
Estudos recentes provam que há cada vez mais casais em que a mulher é mais velha do que o homem. Desafiando estereótipos, mostram que o amor não tem idade.
Estudos recentes provam que há cada vez mais casais em que a mulher é mais velha do que o homem. Desafiando estereótipos, mostram que o amor não tem idade.
Entre falhas tecnológicas, relações em construção e uma forte necessidade de autocuidado, os astros lembram-nos que saber parar, adaptar-se e ouvir a intuição pode ser o maior ato de poder.
“Há uma coisa de que não se fala quando falamos de violência em casa, mas que eu sinto e acredito que aconteça com outras pessoas: parece que sou incapaz de me sentir feliz. Há sempre uma tormenta qualquer, indizível e invisível, um tolhimento no estômago, uma impossibilidade de desfrutar.” Todos os sábados, a Máxima publica um conto sobre o amor no século XXI, a partir de um caso real.
Canijo filmava mulheres a partir da confiança. Uma relação próxima com as atrizes atravessa toda a sua obra. No dia em que nos deixa, a Alice de "Mal Viver" (2023) recorda a ligação que partilharam.
As pessoas diziam que era maluca - e houve uma altura em que Marie acreditou. Ao longo de quatro anos, "La Vie de Maria Manuela" foi sendo filmado longe do ruído imediato das redes. A Máxima viu-o em primeira mão e falou com a protagonista, o realizador e o produtor.
Não queremos gabar-nos, mas talvez tenhamos encontrado a solução para o seu buraco financeiro.
No dia 1 de fevereiro, a lua traz efeitos especiais para todos os signos. Cada um sentirá a energia de uma forma diferente.
Está aí um dos filmes mais celebrados do momento: “Valor Sentimental”, de Joachim Trier, história de pais e filhas na Oslo contemporânea. A Máxima esteve com Renate Reinsve e Inga Ibsdotter Lilleaas, nomeada para melhor atriz secundária. Atrizes brilhantes que contam o nível de felicidade que estão a viver após a receção triunfal de um filme que, ao todo, tem nove nomeações da Academia, incluindo melhor filme.
Há algo de poeticamente cruel em janeiro. Enquanto arrumamos as luzes de Natal e prometemos voltar ao ginásio, há quem esteja a preparar outra resolução – menos instagramável, mas profundamente transformadora: o divórcio.