“Vivemos num país onde é mais fácil um diretor de recursos humanos despedir um trabalhador do que uma mulher conseguir o divórcio, caso o marido não esteja disposto a concedê-lo.” Todos os sábados, a Máxima publica um conto sobre o amor no século XXI, a partir de um caso real.
Com a Lua Nova em Sagitário no dia 20 a trazer mudanças, insights e pequenas confusões, prepare-se para dias de humor, reflexão e oportunidades que podem surgir nos lugares mais inesperados.
A aplicação de encontros “criada para ser apagada”. É o slogan e honestamente faz muito sentido - a não ser que, como eu, a vossa preferência seja ficar "na pausa".
Qual a importância deste dia para os designers, ilustradores, djs e atores? Estas são as respostas.
Entre regressos aguardados e estreias absolutas, o país prepara-se para uma temporada repleta de palcos vibrantes e datas imperdíveis.
Em entrevista à Máxima, Inês Teixeira Pinheiro, autora do livro "A Ilusão que Amei", fala do que aproxima todas as mulheres vítimas de violência nas relações amorosas, e sobre como é que os amigos e a família podem ajudar.
São muitas as vozes que se despedem hoje de Clara Pinto Correia. Uma mulher que, apesar de controversa, nunca deixou de escrever o que pensava. Nos últimos anos vivia em Estremoz e publicava crónicas no jornal online Página Um. Lê-la é ouvi-la, mas também um abre olhos.
Morreu hoje Clara Pinto Correia, mas a frase que deixou em 1991 continua a cortar o ar como se tivesse sido dita esta manhã. Trinta e tantos anos depois, a escritora e bióloga permanece um espelho incómodo de tudo o que ainda esperamos - e exigimos - das mulheres. A sua vida, marcada por fulgor intelectual, fecha-se agora, mas a crítica feroz aos preconceitos permanecerá impressa, como nesta entrevista dada a Maria Antónia Palla, antiga chefe de redação da Máxima.