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Que Grande Pouca-Vergonha, uma exposição de Sofia Areal

Sofia Areal é um dos grandes nomes da arte portuguesa. Falámos com a artista para saber mais sobre o seu percurso e a nova exposição.
Por Máxima, 14.09.2015

Com um percurso de referência, iniciado em 1979 quando começou a pintar no reputado Hertfordshire College of Art and Design em St Albans, Reino Unido, Sofia Areal tem hoje uma série de conquistas no mundo da arte visual. Logo em 1982, surpreendeu Lagos com a primeira exposição durante a 1ª Mostra de Artes na cidade. Oito anos depois, já em Lisboa e na Galeria Alda Cortez, estreou-se com a primeira exposição a solo. 

Desde aí, Sofia Areal tem feito juz à história da arte nacional com múltiplas exibições dentro e fora do país, com estreia desde o México a mais recentemente à China.

Uma paródia sobre as relações entre pessoas, pares ou não, nas suas mais diversas variantes - a exposição 'Que grande pouca-vergonha! (Morde com todos os dentes que tens na língua)'  foca-se no sujeito em si e nas relações com os outros. "
Foi, no final da adolescência, através da leitura de Nathalie Sarraute e Roland Barthes que se firmou o meu interesse pela palavra como manifestação da vida, da comunicação entre as pessoas. Eram livros sobre os quais me interessava falar, queria aprender em que consistia realmente um texto" explica. 

Falámos com a artista a propósito desta sua nova exibição no Teatro da Politécnica, a inaugurar já dia 23 de setembro, às 22h. 

Quando foi que a paixão pela arte despertou em si?

SA - Penso que esteve sempre latente. Na verdade cresci no meio dela e nunca a reneguei, fez, faz e fará sempre parte da minha vida.

O que é que mais gosta de fazer, ao nível da pintura?

SA - Gosto especialmente de separar planos de cores e texturas, manchas cheias, círculos vazios brancos e pretos!

Qual foi a obra que mais gostou de pintar? E porquê?

SA - Pergunta impossível de responder!!!! Porque todas elas têm características diferentes que me fazem gostar (delas)por razões diferentes.

Existe algum sítio, em particular, onde gostaria de ver expostas as suas obras?

SA - Sim, em algumas casas de pessoas que eu sei que gostam profundamente do meu trabalho.

Quais são os sonhos para o futuro?

 SA - Muitos, vastos e largos. Na verdade, reduzem-se a : continuidade na novidade!

Não deixe de visitar a exposição.

No Teatro da Politécnica de 23 de Setembro a 24 de Outubro.




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