Herança emocional

Como não ficar refém da sua herança emocional?

Por Máxima, 14.06.2017
Conheça-se a si mesmo. Mais do que aquilo que os outros disseram ou dizem sobre si, mais do que aquilo que faz, quais as principais características que atribui a si mesmo?
Perceba o que a move. Quais os valores principais que prevalecem na sua vida e  o que a motiva no dia a dia? Olhando para trás, como têm evoluído esses valores e como foram sendo alimentados?
Recorde-se de onde vem. Como conta a sua história de vida? Que eventos inclui, o que destaca, qual a tonalidade emocional ao recordar-se dessa história? Se tivesse de descrever os seus pais, que adjetivos escolheria?
Foco no momento presente. Aposte em estar mais num modo consciente no aqui-e-no-agora, apropriando-se dos seus pensamentos, emoções e sensações físicas. Parecem-lhe familiares a outras pessoas? Procure distinguir o que é seu e lhe faz sentido no momento presente daquilo que foi aprendido no passado.
Treine a sua flexibilidade mental e espírito curioso. Porque aprendeu a pensar de uma determinada maneira e a acreditar em determinadas verdades, não significa que não as pode atualizar no presente. Lembre-se que mais do que verdades, existem perceções da verdade. Note os pensamentos que o habitam e dê-se a liberdade de poder pensar diferente.
Cuide da sua higiene mental. Quanto melhor apostarmos num autocuidado diário assente no respeito por um sono de qualidade, uma alimentação saudável, alguma atividade física e no estabelecimento de relações sociais de confiança, mais num modo mindful do que em piloto automático, então reforçaremos a nossa saúde psicológica.
Conheça-se a si mesmo. Mais do que aquilo que os outros disseram ou dizem sobre si, mais do que aquilo que faz, quais as principais características que atribui a si mesmo?
Como não ficar refém da sua herança emocional?
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