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Agora é que são elas

Por Máxima, 07.03.2017
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Adwoa Aboah: O nome capaz de tornar o feminismo o movimento mais cool do séc XXI.
Amy Schumer: A mulher que leva o feminismo até aos homens através do humor.
Lena Dunham: A atriz sem papas na lingua que pôs a sua celulite na capa da Glamour.
Patricia Arquette | Quando recebeu o Óscar de Melhor Atriz Secundária em 2015 pela prestação no filme Momentos de Uma Vida (Boyhood), Patricia Arquette dirigiu o seu discurso a esta realidade. “É a nossa vez de equilibrar os salários de uma vez por todas e garantir que os homens e as mulheres têm os mesmos direitos nos Estados Unidos da América.” Um ano depois, no Dia da Igualdade Salarial, disse: “As mulheres têm lutado pelos seus direitos por 227 anos, e chegamos agora a um ponto de rutura.” Em média, a diferença salarial entre homens e mulheres custa às mulheres quase meio milhão de dólares ao longo da sua vida.” Em média a diferença salarial entre homens e mulheres, custa às mulheres quase meio milhão de dólares ao longo da sua vida”.
Chimamanda Ngozi Adichie: A escritora nigeriana que põe em palavras o que pensamos (e que foi citada por Beyoncé num dos seus temas).
Simone Biles: A atleta de 19 anos que disse que não ia ser o próximo Usain Bolt, mas a primeira Simone Biles.
Malala Yousafzai: A mais jovem premiada com o Prêmio Nobel da Paz.
Masih Alinejad: A escritora iraniana criou a iniciativa A Minha Secreta Liberdade.
Marcelo Rebelo de Sousa: Porque é o primeiro Presidente da República a assumir-se como feminista.
Adwoa Aboah: O nome capaz de tornar o feminismo o movimento mais cool do séc XXI.
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