Fotogalerias

20 lugares para ir antes que seja demasiado tarde

Por Máxima, 02.06.2018
  • / 20
Ilhas Maldivas: um dos lugares mais paradisíacos, infelizmente, está a desaparecer devido ao aquecimento global e ao aumento do nível dos oceanos. A expectativa é que nos próximos 100 anos, grande parte das ilhas que formam o arquipélago estará completamente coberta de água.
Veneza, Itália: os moradores locais pediram que a administração pública imponha um limite ou até mesmo proíba o fluxo de cruzeiros que passam pelo Canal de Giudecca, de onde é possível observar pontos turísticos da cidade.
Santorini, Grécia: a ilha grega recebe até 2 milhões de turistas, mas não há capacidade estrutural para continuar a comportar a mesma quantidade de visitantes. Por isso, o prefeito da ilha, Anastasios Sorsos, solicitou em 2015 ao Ministério do Turismo que declare Santorini turisticamente saturada e ao Ministério do Meio Ambiente que proíba construções fora das áreas urbanas, mas ainda não obteve resposta. O objetivo é pôr um limite de 8 mil turistas por dia. Atualmente, na época alta, o local chega a receber 18 mil visitantes.
Ilha de Skye, Escócia: a infraestrutura da ilha escocesa não tem suportado o alto número de turistas que a visitam, mas não reservam hotel, dormindo assim em carros à beira das estradas. A polícia já anunciou que esses não são mais bem-vindos.
Machu Picchu, Peru: o sítio arqueológico exige desde 2014 que estrangeiros contratem guias oficiais para realizarem a visita. Mesmo assim, este local cheio de história ainda chegou a registar 4 mil visitantes diários em 2016, o dobro do recomendado pela UNESCO para a sua preservação. Novos limites podem surgir em breve.
Cinque Terre, Itália: o alto fluxo de visitantes ao longo da costa da Riviera Ligure está ligado a um aumento no número de deslizamentos de terra e queda de rochas, portanto as autoridades prometeram restringir o número de turistas para 1 milhão.
Butão: o país asiático, considerado um dos mais felizes do mundo, cobra taxas de 200 a 250 dólares por dia de visita, a depender da época do ano, para conseguir controlar o número de visitantes.
Grande barreira de corais, Austrália: devido ao aumento da temperatura e poluição, o maior recife de corais do mundo reduz-se a cada ano. A previsão é que, além de perder as cores, o recife desaparecerá por completo até 2030.
Taj Mahal: os 8 milhões de turistas anuais fazem com que a experiência de visitar o mausoléu mais famoso do mundo seja, no mínimo, atribulada. E o grande número de visitantes está a fazer com que o mármore branco da construção esteja a amarelar e a poluição do rio Yamuna a aumentar.
Everglades, Estados Unidos: a zona pantanosa próxima dos parques de diversão na Florida está a deteriorar-se. Infelizmente, algumas espécies desse ecossistema já se encontram em risco de extinção.
Ilhas Galápagos, Equador: a biodiversidade das ilhas, para sempre ligada às descobertas de Charles Darwin, tem enfrentado vários desafios à sua preservação. Para as visitar, é necessário estar acompanhado de guias locais, sendo que apenas determinadas áreas do arquipélago são abertas a tal. Os turistas só entram com uma passagem de avião de volta e um comprovativo de reserva em hotel.
Dubrovnik, Croácia: a UNESCO ameaçou retirar o status de Património Mundial da cidade devido à superpopulação. A administração pública está a limitar o acesso às muralhas medievais a 4 mil pessoas por dia, número que já superou os 10 mil. A quantidade de cruzeiros que poderão ancorar no porto da cidade também será mais reduzida.
Monte Everest, Nepal: os nativos reclamam que o aumento no número de turistas tem causado superlotações perigosas na maior montanha do mundo. O número de licenças concedidas a alpinistas experientes já foi reduzido e os alpinistas sozinhos já não são permitidos.
Alpes europeus: devido ao aquecimento global, a maioria dos glaciares que formam os Alpes deverá desaparecer até 2050, deteriorando uma das regiões de ski mais famosas do mundo.
Antártida: a última região selvagem do mundo e o continente mais ao sul do planeta já tem restrições ao número de barcos que navegam pela, os quais não podem levar mais de 500 passageiros por dia.
Fernando de Noronha, Brasil: atualmente, o turismo é restrito a apenas 246 visitantes por dia e o visitante tem de pagar uma Taxa de Preservação Ambiental de acordo com os dias de permanência, prática criada a fim de limitar a entrada de turistas e minimizar os impactos provocados ao meio ambiente.
As praias da Tailândia: o Governo tailandês tem anunciado várias limitações às visitas a Maya Bay e à Ilha de Boracay, vendando o acesso a turistas por períodos mais ou menos prolongados.
Angkor Wat, Camboja: em 2017, a Autoridade para a Proteção e Gestão de Angkor e da região de Siem Reap restringiu o número de visitantes ao templo Phnom Bakheng, uma montanha de 65 metros e o lugar mais popular para apreciar o pôr-do-Sol em Angkor Wat, a apenas 300 pessoas ao mesmo tempo.
Ilha Jeju, Coreia do Sul: o destino turístico a 90 km de distância do continente, com paisagens vulcânicas, cascatas e um parque de diversões erótico, recebeu, no ano passado, cerca de 15 milhões de turistas. Uma pequena multidão para uma área de apenas 2 mil quilómetros quadrados.
Caño Cristales, Colômbia: depois do acordo de paz selado em 2016 com os guerrilheiros das Farc, os visitantes começaram a frequentar a pequena região de Macarena para ver de perto o rio que parece correr refletindo um espectro inteiro de cores. Só os cerca de 16 mil turistas por ano já afetam o ecossistema extremamente delicado.
Ilhas Maldivas: um dos lugares mais paradisíacos, infelizmente, está a desaparecer devido ao aquecimento global e ao aumento do nível dos oceanos. A expectativa é que nos próximos 100 anos, grande parte das ilhas que formam o arquipélago estará completamente coberta de água.
20 lugares para ir antes que seja demasiado tarde
Ver comentários
Últimas Fotogalerias

Comentários

0 Comentários
As mais vistas

Notícias Máxima por Categorias