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Exposições a não perder em junho: Paris

Numa cidade com uma generosa oferta de musues e eventos culturais que abrangem variadas formas de Arte, selecionamos cinco exposições e uma verdadeira experiência artística interativa que podem ser visitadas este mês, em Paris.
Por Carolina Carvalho, 06.06.2018

Na capital francesa, no Petit Palais, a exposição Impressionists in London convida, a partir de 21 de junho, a uma viagem histórica pelos artistas franceses que procuraram exílio em Londres entre 1870 e 1904. Estão, por isso, presentes obras de nomes incontornáveis como Monet, Tissot ou Pissarro.Já que o tema é Impressionismo, vale a pena referir a exposição Mary Cassat – Uma Impressionista Americana em Paris, que celebra a obra da pintora. Até ao dia 23 de julho, esta mostra composta por uma série de peças emprestadas por vários museus está patente, no Museu Jacquemart-André, no coração de Paris, perto do Arco do Triunfo.

 

A exposição Artists and Robots,que vai estar no Grand Palais, em Paris, de 5 de abril a 9 de julho, conta com peças feitas por máquinas que os artistas inventaram. A expressão-chave é "imaginação artificial" e esta mostra interativa até pode levar os seus visitantes para uma exposição do futuro.

 

Fragmentos Urbanos. Assim se traduz o nome da exposição do artista português Vhils, que terá lugar em Paris, de 19 de maio até 29 de julho. A Galeria 104 (Centquatre) expõe cerca de 30 obras que estarão divididas por salas, sendo cada espaço dedicado a uma das técnicas do street artist, como o trabalho em madeira, a sobreposição de pósteres, pintura com ácido, metal gravado ou esculturas em esferovite. Um escultor urbano à conquista da Cidade da Luz.

 

No Museu Picasso de Paris está a exposição Guernica. Na sequência do 80.º aniversário desta obra-prima do artista espanhol Pablo Picasso, pode ser vista uma série de desenhos e arquivos que são quase uma aula de história para os visitantes, até 29 de julho.

 

Em Paris, a Fundação Louis Vuitton tem a exposição In Tune With the World patente até 27 de agosto. Desde que inaugurou em 2014 o edifício da autoria do arquiteto Frank Ghery, a Fundação tem promovido exposições com seleções de peças da sua própria coleção. Desta vez o foco está no lugar do Homem no universo e a ligação com o ambiente que o rodeia.

E ainda uma experiência interativa: O Atelier des Lumières, em Paris, é um novo espaço cultural que desafia os visitantes a experimentar a exposição de arte de uma forma diferente. Chama-lhe exposições imersivas e, em vez de ter quadros de artistas pendurados na parede, apresenta vários projetores de vídeo que preenchem as paredes e o chão de um espaço com mais de 3 mil metros quadrados com projeções gigantes das obras, acompanhadas por música. O artista que inaugura este conceito é Gustav Klimt, até 31 de dezembro.

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