Mundo

“Cruz Credo, Bate na Madeira…”, o novo livro de Andreia Vale

Andreia Vale compilou 113 superstições (mais uma, para não dar azar) e desmistificou-as. 'Não fosse o diabo tecê-las’, entrevistámos a jornalista e apresentadora da CMTV para saber mais acerca desta segunda aventura literária.
Por Máxima, 15.06.2016

Desvia-se de propósito de um escadote, se o vir à sua frente na rua, para não passar por baixo? Arrepia-se quando parte um espelho? Tem um objecto que anda sempre consigo, e a que chama de amuleto? É oficialmente uma pessoa supersticiosa. "Cruz Credo, bate na madeira…" é o segundo livro de Andreia Vale, depois do sucesso do seu primeiro livro, "Puxar a Brasa à nossa Sardinha", o livro de expressões portuguesas lançado há praticamente um ano.

No novo livro, a apresentadora e jornalista desvenda algumas das superstições que condicionam, muitas vezes o nosso dia a dia. Por exemplo, sabia que lançar arroz e pétalas de rosa a noivos recém-casados é um gesto que remonta aos egípcios e significa que se deseja boa sorte, felicidade, fertilidade e abundância? Ou que derramar leite é um gesto conhecido por dar sete dias de azar? Esta e outras curiosas superstições são abordadas de forma divertida e descomplicada, e intercaladas com episódios da sua vida pessoal.

Leia a entrevista sobre as preferências e hábitos de leitura de Andreia Vale e veja o vídeo.

Em pequena, sempre gostou de ler?

Era um bocadinho avessa. Não era propriamente uma leitora de clássicos, lia aquilo que era preciso ler na altura da escola mas confesso que não fui uma devoradora de livros e despertei para a leitura mais tarde do que a maior parte das crianças.


Tem um género de livro preferido?

Tenho! O género de um livro grande por ano (risos) porque a única altura em que eu consigo ler é mesmo nas férias. O meu dia a dia não mo permite, não consigo ler na cama porque caio para o lado e adormeço, e prefiro estar completamente absorvida por uma história, que seja uma história arrebatadora, e uma vez por ano dou-me a esse luxo de ler um ‘calhamaço’, o do ano passado foi "O Pintassilgo" (Donna Tartt) de 800 páginas, e adorei o livro.

Qual é o tipo de livro que nunca leria?

Eu confesso que os clássicos que me deixam um bocadinho entediada (…) mas tirando isso, não há nenhum tipo livro ou de história que não leia – já dei por mim a ler ficção científica, ou coisas mais rebuscadas, que me deixaram satisfeita e mesmo fechando o livro penso «já acabou, que pena, queria mais!» (risos).

O que tem, neste momento, sobre a cabeceira?

Tenho dois que vou levar nas férias, o "A Amiga Genial" de Elena Ferrante e "Em Minha Casa ou na Tua?" de Sílvia Baptista.

A apresentação do livro decorre no dia 16 de junho, na FNAC do Colombo.

Por Rita Silva Avelar

Tags: cruz credo bate na madeira… andreia vale livro superstições clube de leitura fnac entrevista
Partilhar
Ver comentários
Últimas notícias
Vídeos recomendados
0 Comentários
Subscrever newsletter Receba diariamente no seu email as notícias que selecionamos para si!