Culturas

A ascensão meteórica de Billie Eilish

Aos 17 anos, a jovem de Los Angeles é a primeira artista nascida nos anos 2000 a conseguir estar no top da Billboard 100 com o seu disco de estreia. A boa notícia para nós é que a 4 de setembro ela sobe pela primeira vez a um palco nacional, em Lisboa.
Por Rita Silva Avelar, 01.08.2019

Não deixa de ser admirável que Billie Eilish (quão incomummente cool é o nome Billie Eilish Pirate Baird O’Connell?) seja a artista a ocupar o top três das vendas de álbuns de vinil (47 mil), no primeiro semestre do ano – logo a seguir a dois discos dos Queen (um da banda sonora do filme Bohemian Rhapsody e outro de Greatest Hits). É que a jovem artista de Los Angeles, de apenas 17 anos e com mais de 33 milhões de seguidores no Instagram, pertence à geração em que o vinil e as cassetes deram lugar às plataformas de música streaming online.

Capa de uma das recentes edições da The Sunday Times Magazine, a jornalista que a entrevistou teceu-lhe os maiores elogios, dizendo que "de longe, [Eilish] foi o ser humano mais incrível que eu já conheci". Afinal, o disco de estreia When We All Fall Adorm, Where Do We Go?, lançado em março passado, disparou logo para o top da Billboard 100 (Billie é a primeira artista nascida nos anos 2000 a conseguir este feito) e já lhe valeu o título da terceira artista com mais streaming no Spotify, um recorde absoluto para uma artista feminina.

Segundo a Rolling Stone, revista da qual é capa este mês de agosto, "Eilish é mais do que a adolescente do ano – ela é a primeira invasora da próxima geração de masterminds da pop a reescrever o manual de como as coisas são feitas". A boa notícia para nós é que a 4 de setembro sobe pela primeira vez a um palco nacional, o da Altice Arena, para um promissor concerto (entre €26 e €30).

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