Culturas

“Não procuro a perfeição”

É curioso. O homem que se confessa “pouco organizado” compôs um álbum intitulado Método. E explica-nos porquê com a mesma simplicidade com que revisita uma carreira profícua em sucessos. Mais de 30 anos depois dos primeiros acordes muito pode ter mudado, mas a vontade de criar é a mesma. E é também isso que faz de Rodrigo Leão o músico admirável que ele é.
Por Rita Lúcio Martins, 28.01.2020

Confessa-se algo indeciso, mas está sempre preparado para dar o passo seguinte. Assume uma certa insatisfação, mas admite que a mesma acaba por ser uma característica estimulante. Declara que se sente um ignorante em termos musicais, mas congratula-se pelo caminho percorrido. Pouco mais de uma hora de conversa deixou evidente a que será uma das principais características de Rodrigo Leão: a simplicidade. Com uma carreira a solo que conta 27 anos e 22 álbuns editados, incluindo bandas sonoras para filmes como The Butler ou A Gaiola Dourada, continua a acarinhar a ideia de que teve sorte. Como se a sorte não tivesse de ser conquistada.

Leia a entrevista completa a Rodrigo Leão na Máxima de fevereiro de 2020, nas bancas.

Tags: rodrigo leão a gaiola dourada música entrevista cultura artista brasil
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