Celebridades

Miley Cyrus protagoniza campanha polémica pelo direito ao aborto

Em parceria com a Marc Jacobs e a Planned Parenthood, a cantora desenvolveu uma ação feminista em defesa do aborto como um direito feminino.
Por Camila Lamartine, 06.06.2019

Numa altura em que a mudança da legislação referente ao aborto nos Estados Unidos da América está a chocar o mundo, a cantora Miley Cyrus, frequente defensora dos direitos das mulheres e das questões relacionadas a com a igualdade, uniu-se ao designer Marc Jacobs e à Planned Parenthood na criação de um hoodie com a mensagem ‘Don’t F*ck With My Freedom’( "Não se meta com a minha liberdade") . As vendas revertem totalmente para aquela instituição de planeamento familiar norte-americana.

A campanha mostra Miley com os mamilos cobertos por meias toranjas. Já noutra fotografia, que publicou no seu Instagram, vemos um bolo colorido decorado com a frase "Aborto é saúde", fazendo referência na legenda à colaboração, o que causou confusão quando a cozinheira e também activista feminista Becca Rea-Holloway a acusou de plágio.

Miley rapidamente respondeu a Holloway explicando que a imagem não fora uma promoção da sua parceria com Jacobs. "Esta imagem não está no capuz Marc Jacobs x Planned Parenthood que fizemos para angariar dinheiro e conscientizar as pessoas. É apenas no post (…), mas vamos certamente dar-lhe o crédito pela arte", escreveu a cantora no seu Instagram.

O hoodie cor de rosa desta colaboração está a venda por €195 e as receitas das vendas revertem para a organização de Planeamento Familiar.

 

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3 Comentários
Francisco de Paula Botelho Um bom par de estalos é o que esta menina devia ter recebido em nova para ter juizo e não ter caca nessa cabeça oca. Pena que a Comunicação Social adore dar publicidade a gente sem estructura moral. A mulher tem direitos, mas antes tem obrigações, o aborto não é um anticonceptivo. Tinha sido um acto heroico, se a mãe desta menina tivesse abortado, não tinhamos que ouvir estas idiotices ....
26.06.2019
Carlos Rodrigues Todos temos o livre arbítrio. As consequências vêm depois. Podemos matar, roubar, estuprar, enfim, fazer toda a espécie de canalhice. Mas depois vêm as consequências estabelecidas pela sociedade e que colocam esses indivíduos fora do convívio social. Caso semelhante se passa com o aborto. A gestação é interrompida de forma anormal. Óptimo de momento. Aguardemos as consequências mais tarde. Enquanto o corpo é jovem quase tudo aguenta, mas ficam resquícios que mais tarde, numa idade acima dos quarenta, poderão fazer-se sentir. Mas todos temos o livre arbítrio.
20.06.2019
aderito nunes Pobre corpo sem alma
09.06.2019
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