Perfumes

Sophia Ahrens, uma modelo com sorte

A Máxima esteve em Los Angeles, em exclusivo, a convite da Paco Rabanne para falar com a embaixadora de Lady Million Lucky e testemunhar que a sorte favorece os audazes.
Por Carolina Silva, 28.08.2018

Poderia ser um episódio de audição sugestionável, mas não passou de um feliz acaso. Debruçada sob uma das varandas panorâmicas do Griffith Observatory, enquanto o Sol se põe no horizonte de Los Angeles, num raro momento de silêncio naquele local, a tranquilidade é suavemente interrompida pelos acordes de City of Stars, a icónica música de La La Land. Um casal coreano acabara de pô-la a tocar no seu iPhone e, atrevo-me a dizer, a banda sonora não poderia ser mais adequada. É também um cliché, mas não deixa de ser um lugar-comum que não deixou de provocar sorrisos por quem ali passava. Cidade dos anjos, dos sonhos ou das estrelas, como é comummente apelidada, em Los Angeles tudo remete a possibilidades infinitas, onde os negócios mais impensáveis prosperam, onde o espaço é inesgotável e os habitantes revelam uma descontração pouco usual em outras cidades cosmopolitas. Assumem-se, aliás, orgulhosamente afortunados pela qualidade de vida superior e consideram-se com sorte por ali viver. E foi a sorte precisamente o tema que nos trouxera ali, à cidade onde todas as grandes histórias ganham vida. Paco Rabanne escolheu Los Angeles para dar continuidade à saga 1 Million, uma história que começou há dez anos com um lingote de ouro e um aroma marcante. Neste novo capítulo, desvendado ao entardecer na extraordinária The Sheats Goldstein Residence (cenário de filmes como Os Anjos de Charlie ou The Big Lebowski), a sorte expressa-se numa euforia jovial de quem tem o destino nas mãos. Jordan Barrett e Sophia Ahrens são a personificação de Million Lucky.

The Lucky Girl

Sophia Ahrens vive entre Nova Iorque e a sua cidade natal, na Alemanha, mas confessa com o seu sotaque britânico (o pai é alemão e a mãe inglesa) ser uma apaixonada pelas paisagens de Lisboa que visitou, pela primeira vez, numa viagem de estudo. No Chateau Marmont, em Hollywood, conversou descontraidamente connosco sobre o seu percurso como it girl de uma geração.

Sophia, ouvimos dizer que Lisboa deixou em si uma boa impressão…

Sim, estive lá, pela primeira vez, em 2013 e foi fantástico. Adorei a cidade, as colinas e a vista constante para o rio…

E sobre Los Angeles, onde nos encontramos, o que representa para si esta cidade?

Bem… Los Angeles é tão espaçosa… É incrível para quem vem da Europa e mesmo para quem chega de Nova Iorque, como foi o meu caso… Parece que estamos literalmente dentro de um filme. Há, efetivamente, um choque cultural, o que pode parecer estranho, mas quem cá vem compreende aquilo a que me refiro. É muito possível uma pessoa perder-se aqui [risos].

Esta saga de 1 Million começou há dez anos, quando a Sophia teria 12 anos. Recorda-se dos sonhos que tinha, nessa idade, para quando crescesse?

Por coincidência, há dez anos eu estava a ser descoberta. Foi um ano cheio de sorte [risos]. E foi mesmo! Eu estava no lugar certo, à hora certa, basicamente… Aconteceu tudo na Inglaterra, onde estava a estudar, na altura. Não posso dizer que sabia, propriamente, o que gostaria de fazer na minha vida, mas sabia que queria marcar uma diferença. Eventualmente, vim a perceber que fazê-lo não passa por um ato grandioso, mas sim pelas pequenas coisas na vida do dia a dia e pelas pessoas que fazem parte dela. Agora, estou só a aproveitar e a ver que portas se abrem.

E daqui a dez anos, onde se vê?

Não faço ideia! Vou deixar a vida surpreender-me porque não sei onde gostaria de estar daqui a dez anos.

Foi recrutada muito cedo. Que conselhos daria a jovens que sonhem em trabalhar como modelos?

Sinceramente, que tenham confiança para serem elas mesmas, mesmo que isso queira dizer que são diferentes ou que se sentem deslocadas. Que sigam em frente. Eu sinto-me deslocada a toda a hora e, sinceramente, é melhor sermos nós próprios do que fingir. O que torna cada pessoa especial é precisamente essa diferença que nos distingue.

É esse o maior desafio que encontra no mundo da Moda?

Eu acho que não pode ser relacionado diretamente com a Moda, pois é importante olhar globalmente e saber os desafios que temos de enfrentar connosco próprias porque se eu me sinto desadaptada, também o sentirei quando estou em casa. Tem a ver comigo. É uma batalha pessoal e não com outros. Na indústria da Moda, a insensibilidade é um dos maiores desafios que encontro. Bem como as morais e os valores que eu levo para todo o lado e com os quais cresci quando são ignorados e ultrapassados pelo lucro ou pelo dinheiro.

Sente saudades de casa?

Sim e não [risos]. Sim, porque sinto a falta da minha casa, de correr com o meu cão, da minha família, das pessoas e do campo. Mas sou muito conectada a tudo isso e, por isso, levo-os comigo para todo o lado… Pode parecer piroso, mas é o que sinto. Mas, depois, percebo que após três anos sempre a andar de um lado para o outro, em aeroportos e aviões, quando temos aqueles momentos a adrenalina é muito grande.

Quem é que "persegue" nas redes sociais?

Os meus amigos. Faço stalking às pessoas que eu adoro.

Há alguma coisa que deteste?

Não que as tenha com frequência, mas estar de ressaca.

Qual é o seu número da sorte?

O 77.

E tem algum amuleto da sorte?

Sim, o meu anel!

Quem o ofereceu?

Eu própria! Mas ele está ligado a uma história com a minha irmã. E se tiver outro [amuleto], eu diria que é o violino que eu costumava tocar. Foi a minha mãe que o ofereceu.

Onde a encontraremos numa sexta-feira à noite?

Depende da energia que tenho e de onde estou. Sou muito triste, às vezes [risos], e posso passar uma sexta-feira em casa a ver filmes porque tive uma longa semana de trabalho e estou cansada… Por isso, reponho o sono. De outra forma, estarei sempre com as pessoas de quem mais gosto… Com a família, os amigos e a minha cadela, a Isa.

Um encontro romântico perfeito para si seria como?

Algo invulgar, divertido. Nada rígido… Mas eu acho que seria perfeito se corresse bem [risos] e se a pessoa sentada à minha frente fosse boa. Quando é mau, é mau.

A febre do ouro

2008 No auge da recente crise financeira, Paco Rabanne teve a audácia de lançar a sua nova fragrância sob a forma de um lingote de ouro. A sensualidade do aroma composto por rosa e canela, um packaging que se tornou um objeto de culto e uma campanha arrojada foram o início de uma década de sucessos.

2010 Million conhece a sua companheira, a sedutora Lady Million, sob a forma do melhor amigo de uma mulher: o diamante. Perigosa, confiante, sensual e divertida, é representada por um aroma floral branco e amadeirado.

2016 Desenrola-se o capítulo Million Privé, em duas fragrâncias orientais intensas.

2017 Jordan Barrett e Sophia Ahrens, ícones desta geração, encarnam o papel do casal Million.

2018 Dez anos depois, 60 milhões de lingotes vendidos e a febre do ouro continua. A sorte redefine-se no décimo aniversário desta saga com os ainda mais audazes e inesperados Million Lucky.

The Lucky Crew São bailarinos, coreógrafos, vloggers, influencers, DJ… Os multitaskers que definem esta nova geração e que expressam a visão de Million Lucky.

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