Cabelos

Think pink (or go home)

Da passerelle à rua, passando pelas celebridades, o tom rosa conquistou lugar de destaque nas tendências de coloração de cabelo. O hair stylist Cláudio Pacheco explica como a aplicar.
Por Andreia Rodrigues, 14.03.2018
Do rosa pastilha elástica ao rosa millennial, esta revelou-se a cor do momento, quando o assunto é coloração de cabelo. Dependendo do tom escolhido, o cabelo rosa pode ser arrojado ou, para as personalidades mais discretas, recatado e delicado.

São várias as celebridades que usam ou já seguiram a trend, como é o caso de Kim Kardashian, Iggy Azalea, Kesha, Joan Smalls, Cindy Lauper, Pink ou Gigi Hadid. No entanto, pede o bom senso que antes de tomar seja que decisão for, esteja a par de certos detalhes.

Antes de mais, qual é a cor natural do seu cabelo? Segundo Cláudio Pacheco, hair stylist e sócio-gerente no Chiado Studio, em Lisboa, o ideal é um "louro clarinho, tipo o cabelo das nórdicas". "Aquele que brincamos às vezes ser o louro Barbie", acrescenta. No entanto, não sendo a mulher portuguesa tendencialmente loira, o passo essencial para fazer a coloração rosa é descolorar o cabelo antes.

Depois de o descolorar e pintar é muito importante que cuide dele, para que permaneça bonito e saudável. Para isso, "recomendamos que use um bom champô para o tipo de cabelo com cor, seco ou fragilizado, assim como uma máscara", sugere Cláudio Pacheco. "Recomendo ainda que, uma vez por semana, faça um smartbond", refere o hair stylist. Este sistema único de três passos protege e fortalece o cabelo durante a coloração e a descoloração. Os primeiros dois produtos são aplicados no salão e o terceiro é aplicado em casa, uma vez por semana, ajudando a fortalecer a fibra e a manter o resultado.

O hair stylist lembra ainda que "o rosa tem uma duração muito curta. No caso do rosa-bebé, quatro lavagens. No caso do rosa mais forte, de seis a oito lavagens". "Neste tipo de coloração costumamos fazer dégradés de cor", acrescenta.

Em relação à altura do ano ideal para fazer esta mudança no cabelo, Cláudio considera que "não há altura do ano, mas este tipo de tendências lembra mais festivais, por isso primavera e verão".

 

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