Os logos das marcas de luxo parecem todos iguais
Da Burberry à Saint Laurent, as marcas adaptaram-se ao mundo digital e deixaram de lado os logotipos ornamentados. O que é que isso tem de bom e de mau?
Da Burberry à Saint Laurent, as marcas adaptaram-se ao mundo digital e deixaram de lado os logotipos ornamentados. O que é que isso tem de bom e de mau?
Peças de marcas como a Moleke e Joana Mota Capitão estarão à venda no espaço.
Trabalham para marcas como Speedo, Dior ou Balenciaga, entre milhares de clientes muito exigentes. No Norte de Portugal, onde está concentrada grande parte da indústria têxtil portuguesa, aposta-se na qualidade, na inovação tecnológica mas também na consciência de que os recursos naturais não são ilimitados.
Em outubro passado, a Gucci anunciou que o pelo verdadeiro deixaria de figurar nas suas coleções. A decisão seguiu as pisadas já dadas por outras marcas de peso, como a Armani, a Cholé ou a Ralph Lauren. O futuro adivinha-se consciente ou trata-se, apenas, de estratégia? A “F word” voltou a estar no centro da discussão e as opiniões dividem-se. Adeus à imagem glamorosa de divas a arrastarem casacos de pele pelo chão…
Se algum dia sonhou comprar uma carteira Chanel ou Prada, o espaço lisboeta é o local a visitar.
Giorgio Armani celebra 20 anos da linha Privé numa exposição inédita em Milão, onde apresenta 150 criações de alta-costura que revisitam duas décadas de elegância e inovação. Para assinalar este marco, a Máxima relembra algumas das suas criações mais emblemáticas.
O mundo da moda vive um período de grande turbulência, e os efeitos refletem-se nos números e no mercado. A Gucci é um exemplo claro de como a troca de direção criativa pode ditar tanto o sucesso como o declínio de uma marca.
São números chocantes, até para uma indústria onde a única constante é a mudança. Em pouco mais de um ano, quase duas dezenas de diretores criativos abandonaram cargos em algumas das mais importantes marcas de luxo. A chegada de Jack McCollough e Lazaro Hernandez à Loewe é a mais recente manobra nesta “dança de cadeiras”. Num setor pouco acostumado a lidar com quebras de vendas, serão apenas fatores económicos a impulsionar estas mudanças?
São todos nacionais e partilham o luxo, o elogio do design e a autenticidade – dos perfumes à joalharia, da madeira às flores, o segredo destas marcas está nos detalhes.
Assinala-se um momento histórico para a casa Jean Paul Gaultier. Cinco anos depois de o icónico criador francês ter deixado as passarelles, a marca dá um passo arrojado e nomeia Duran Lantink como novo diretor criativo.
Esqueça as compras por impulso: tal como os carros, é cada vez mais comum considerar o valor futuro de uma carteira quando a compra, para mais tarde poder lucrar justamente com ela.
A duquesa de Sussex mostra como abdicar das marcas de luxo sem sacrificar o estilo.