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Jardins Efémeros: este festival é para todos

Viseu recebe a VII edição do festival cultural Jardins Efémeros entre os dias 7 e 16 de julho. Este ano, o tema é o Paradoxo.
Por Rita Silva Avelar, 07.07.2017
Conhecido por pensar uma programação para crianças, jovens e adultos, o festival Jardins Efémeros regressa ao centro histórico de Viseu para a sua sétima edição. A iniciativa quer transformar-se num espaço onde o pensamento experimenta novos contornos com a comunidade, pela mão de artistas locais, nacionais e internacionais. Viseu será novamente palco de criações artísticas nas áreas da arquitetura, artes visuais, som, dança, teatro, cinema e contará com oficinas e mercados espalhados pela cidade.

Da programação, que tem como tema o Paradoxo, destacam-se os concertos no interior da Catedral de Viseu e do claustro, que recebem o austríaco Fennesz, acompanhado pelo trompete de Arve Henriksen; a dupla Murcof & Vanessa Wagner, que apresenta Statea; o americano William Basinski, criador da obra-prima The Disintegration Loops; Evan Parker, um dos mais influentes saxofonistas europeus e um dos mestres do free jazz; Croatian Amor, um projeto minimalista de Loke Rahbek e uma das principais caras da música escandinava, nome por trás da editora dinamarquesa Posh Isolation; a voz da performer e compositora norueguesa Stine Janvin com a apresentação de Fake Synthetic Music; e a compositora canadiana de música eletrónica e eletroacústica Sarah Davachi.

No Museu Nacional Grão Vasco, Die von Brau, um dos projetos artísticos de Sérgio Faria, fará uma apresentação única em harmonia com o filme The Way Things Go, de Peter Fischli & David Weiss (integrado no programa de cinema). Há ainda mercados com produtos regionais e artesanais, mas também mercados de sons e letras, com a revista britânica The Wire, a Inc. Edições e Livros de Autor, as Edições de Serralvel e a Matéria Prima; a Pratos da Casa, com DJ da região a encher de música o Largo Pintor Gata durantes os 10 dias dos Jardins; performances de teatro de Tiago Mateus com Mónica Calle e de Jorge Fraga; um espetáculo de ilusionismo de José Pereira; e 70 oficinas com mais de 3000 vagas preparadas para todas as pessoas, de todas idades.

Sob o conceito Paradoxo, as mostras, instalações e todas as criações planeadas para esta edição convidam a uma reflexão sobre os valores humanistas e sobre a democracia e desafiam o público a pensar a liberdade e os seus valores, individuais e coletivos.

A entrada é gratuita e a programação completa pode ser consultada aqui.

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