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7 monumentos extraordinários na Europa a visitar

Por Máxima, 31.07.2016

De acordo com o International Travel Survey 2016 os city breaks são o tipo de viagens mais populares. Deixamos 7 sugestões que a momondo selecionou de monumentos Europeus extraordinários que poderá visitar.

O monumento de Buzludzha, Cordilheira dos Balcãs, Bulgária

Construída no cume das montanhas dos Balcãs em 1981, onde marca o local da última batalha entre os rebeldes búlgaros e o Império Otomano em 1868. Mais tarde, em 1891, a zona tornou-se berço do primeiro partido social-democrata dos Balcãs. Desde o fim do regime comunista em 1989, a antiga sede, outrora próspera, tornou-se um importante mas mal mantido monumento ao passado. Oficialmente, as portas de entrada estão fechadas, mas se seguir o grafiti onde se lê "Forget Your Past" pintado na lateral da cúpula, é possível chegar a uma pequena porta que dá acesso ao interior.

Monumento à Revolução, Podgaric, Croácia

Guerra Mundial ou Guerra das Estrelas? Este galáctico monumento croata poderia facilmente comemorar as duas. Erguido em 1967 por Dušan Džamonja, um escultor da Macedónia, este marco isolado é dedicado ao povo Moslavini, envolvido na Segunda Guerra Mundial. Não sendo a região Berek da Croácia propriamente um íman para turistas, estando pela vizinhança vale bem a pena dar uma vista de olhos neste monstro (no bom sentido) com asas.

Monumento a Sibelius, Helsínquia, Finlândia

Além de um parque nacional em seu nome, o famoso, já falecido, compositor finlandês Jean Sibelius mereceu ainda a homenagem desta impressionante estrutura de ferro. Projetado pela conterrânea Eila Hiltunen, o tributo é feito de centenas de tubos de ferro soldados em forma de onda. Quando o monocromático monumento foi desvendado ao público no parque Sibelius em 1967, suscitou polémica a nível nacional num debate centrado em torno dos benefícios da arte abstrata. De tal forma se discutiu o problema que uma efígie prateada do rosto de Sibelius acabou por ser acrescentada à escultura.

O Leão de Lucerna, Lucerna, Suíça

Escondido entre a beleza discreta de uma pedreira, o Leão de Lucerna foi construído em homenagem aos guardas suíços que morreram na Revolução Francesa em 1792. Com 10 metros por 6, o animal ferido foi esculpido diretamente na pedra e exibe tanto a flor-de-lis francesa como o brasão suíço. Além de ser um emblema de orgulho nacional para os suíços, o Leão de Lucerna é também conhecido por ser a escultura preferida do autor norte-americano Mark Twain, que o chamou "o mais comovente pedaço de pedra do mundo".

 

O chamamento da Mãe Rússia Volgogrado, Rússia

O mais imponente desta lista, este monumento russo foi construído em 1967 e ganhou instantaneamente o título não-oficial da "maior escultura do mundo". Firmemente erguida a 52 metros de altura e com uma espada de 33 metros de comprimento em punho, a Mãe Rússia é não só a mais alta "mãe" em existência, como simboliza orgulhosamente a épica Batalha de Estalinegrado. Forçada a largar o título – agora mantido pelo Buda do Templo da Primavera da China – o monumento continua a ser tido como um incrível (e audaz) tesouro nacional.

Homens Molécula, Berlim, Alemanha

Apesar de serem os mais novos entre os nossos sete monumentos, este trio de alumínio tem encantado os berlinenses desde 1997, seguindo-se a várias outras esculturas irmãs nos Estados Unidos. Projetados pelo artista norte-americano Jonathan Borofsky, os três homens esburacados simbolizam a estrutura molecular da humanidade, uma existência unificada principalmente pela combinação entre a água e o ar.

O Atomium, Bruxelas, Bélgica

O último monumento desta lista é outra obra-prima inspirada na ciência. Pensada originalmente para a Expo 58 pelo engenheiro André Waterkeyn, esta cintilante estrutura assemelha-se à unidade celular de um cristal de ferro, só que as formas esféricas, ligadas por tubos, estão aumentadas até chegarem cada uma ao tamanho de um apartamento. Depois de restauradas, as esferas foram reabertas ao público em 2004. Agora, a atração turística mais visitada da capital belga serve para visitas de estudo e eventos privados, enquanto o globo que coroa a estrutura alberga o restaurante mais exclusivo de Bruxelas.

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