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Manual de uso: Kitten heels

“Adoro kitten heels”, diz nenhuma das mulheres (em especial as que pisam calçada portuguesa). E, no entanto, se não os podemos vencer, teremos de nos juntar a eles. Este verão os saltos não se medem aos palmos.
Por Máxima, 06.02.2017
O boicote começou ainda com os pés cobertos por umas botas de camurça acima do joelho. Não, não falamos da tomada de posse de Trump mas do anúncio feito pela Vogue americana no Twitter de que os kitten heels estavam de volta para a primavera/verão de 2017. "Prefiro atirar-me de um penhasco", comentou uma das utilizadoras, "voltem para onde vieram" foi a resposta simpática de outra. E por aí fora. Parece que estas ‘queridas’ se esqueceram do primeiro e maior ensinamento do universo da Moda: de preto não me comprometo. Ok, referia-me ao segundo: nunca digam nunca.

Olhados de lado pelas amantes dos stilettos e renegados pelas apologistas do conforto absoluto, os kitten heels, já percebemos, não são propriamente populares entre as fashionistas 8 ou 80. E, no entanto, voltaram a pisar as passerelles mais importantes da temporada quente. Por exemplo, em dois tons na Chanel, em versão slingback na Prada e ainda cobertos de logos na Dior. Mas já lá vamos. Sabemos o que está a pensar: os kitten heels não ficam bem a ninguém. O nosso objectivo nesta galeria é provar-lhe o contrário.

Outras características a favor: os kitten heels são um investimento para o ano inteiro (sim, também se podem usar com meias), são uma versão mais chique de um calçado confortável e são a aposta da maioria das primeiras-damas (a sério, é mesmo capaz de contrariar Michelle Obama?). Não sabemos se é daí que deriva o seu nome, mas que o kitten heel tem 7 vidas – ou mais – lá isso tem. Ora veja.

Por Patrícia Domingues

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