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London FW | Marques'Almeida para verão 2017

A dupla portuguesa sediada em Londres, constituída por Marta Marques e Paulo Almeida, acaba de apresentar a nova coleção na Semana da Moda de Londres.
Por Máxima, 20.09.2016
A próxima estação quente será, segundo Marques'Almeida, primaveril e divertida, com cor, muitos padrões, folhos e afins. As silhuetas oversized são uma tendência forte, com muitas partes de cima (em especial os casacos) largos e compridos. As mangas extra longas também marcam muitas peças, chegando a tapar por completo as mãos.

O destaque vai para as calças, que contam com bocas-de-sino, atilhos largos, brilhantes e padrões com riscas e flores.

Veja todas as imagens em galeria e o vídeo do desfile aqui.
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21.09.2016 @facebook
Funeraria Azevedos Sonae proclamou-se a abolição da escravatura em todo o Império Português, até ao termo definitivo de 1878.[ Escravidão Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação, pesquisa Escrava sendo leiloada na Antiguidade, em quadro do pintor francês Jean-Léon Gérôme Fotografia de um menino escravo em Zanzibar, em 1890A escravidão (denominada também de escravismo, escravagismo ou escravatura[1]) é a prática social em que um ser humano assume direitos de propriedade sobre outro designado por escravo, ao qual é imposta tal condição por meio da força. Em algumas sociedades, desde os tempos mais remotos, os escravos eram legalmente definidos como uma mercadoria. Os preços variavam conforme as condições físicas, habilidades profissionais, a idade, a procedência e o destino. O dono ou comerciante pode comprar, vender, dar ou trocar por uma dívida, sem que o escravo possa exercer qualquer direito e objeção pessoal ou legal, mas isso não é regra. Não era em todas as sociedades que o escravo era visto como mercadoria: na Idade Antiga, haja vista que os escravos de Esparta, os hilotas, não podiam ser vendidos, trocados ou comprados, isto pois ele eram propriedade do Estado espartano, que podia conceder a proprietários o direito de uso de alguns hilotas; mas eles não eram propriedade particular, não eram pertencentes a alguém, o Estado que tinha poder sobre eles. No século XIX, em 1836, o tráfico de escravos foi abolido em todo o Império[26]. Os primeiros escravos a serem libertados foram os do Estado, por Decreto de 1854, mais tarde, os das Igrejas, por Decreto de 1856. Com a lei de 25 de Fevereiro de 1869[27] proclamou-se a abolição da escravatura em todo o Império Português, até ao termo definitivo de 1878.[28]
21.09.2016 @facebook
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