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7 momentos que marcaram a ModaLisboa Together

A Editora de Moda da Máxima, Diana Bastos, elegeu os melhores detalhes desta edição. Veja-os aqui.
Por Máxima, 10.10.2016
  • O momento feminista da edição foi protagonizado por Micaela Sapinho - Sangue Novo, não só nos cartazes que as manequins trouxeram para a passerelle, mas também na sua influência direta na coleção, seja em estampados como em detalhes das peças que criou. Lembram-se do hashtag #freethenipple?

 

  • As esculturas em tule que Dino Alves criou. Mesmo quem não gosta de ballet, não pôde ficar indiferente aos detalhes deliciosos do desfile. 

 

  • Maria Clara. Apesar de ser já uma referencia internacional, temos o privilegio de a ter a desfilar também em Lisboa. Agenciada pela L'Agencia, foi presença assídua nos principais desfiles Verão 2017, de Paris e Milão.

 

  • Ricardo Preto. Maravilhoso. Qualquer coordenado do seu desfile poderia vir direto para os nossos closets. P.s: A Maria Clara abriu e fechou o desfile.

 

  • O cor de rosa ligeiramente poudré de SAYMYNAME, perfeito. Assim como a simplicidade das suas silhuetas com o toque naif dos chapéus. 

 

  • O Master Level Certificate in The Fashion Area, o prémio que todas edições do Sangue Novo da Moda Lisboa, é atribuido ao melhor designer, foi atribuido a João Barriga. 

 

  • A inspiração campestre de Filipe Faísca, e as referências boémias a Brigite e Jane, faz-nos querer que o Verão volte rápido.
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