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Estas obras de arte não são tão originais como pensávamos

Por Máxima, 13.09.2017
The Fountain (A Fonte), de Marcel Duchamp, um urinol exibido ao contrário assinado com “R.Mutt, 1917” (na altura o seu pseudónimo).
O caso da obra Work no. 88, de Martin Creed, uma folha de papel A4 amarrotada, que o próprio autor replicou centenas de vezes nos anos 90. Hoje, um dos exemplares está à venda por mais de 3 mil euros.
No século XV, a obra Madonna and Child (Madonna e a Criança), de Lorenzo Ghiberti, foi replicada mais de 40 vezes e está por todo o mundo, em algumas versões com ligeiras modificações.
Van Gogh fez quatro quadros de Girassóis, no verão de 1888. Dois deles estão nas galerias de arte na Alemanha e na Inglaterra, outro está numa coleção privada e o outro foi queimado em 1945, no mesmo dia em que a bomba atómica arrasava Hiroshima.
Há quatro versões de The Scream (O Grito), de Edvard Munch (1893).
Há 250 cópias da obra Water Lilies (Nenúfares), de Claude Monet (apesar de a original ter sido criada em 1897, as outras foram feitas nos anos seguintes).
Mona Lisa, de Leonardo Da Vinci, no Louvre, parece hoje ser uma segunda obra do autor, já que a Isleworth Mona (Mona Lisa de Isleworth) parece ter surgido antes e existem provas de que foi parcialmente pintada por Da Vinci.
A Isleworth Mona (Mona Lisa de Isleworth) parece ter surgido antes da obra Mona Lisa e existem provas de que foi parcialmente pintada por Da Vinci.
The Fountain (A Fonte), de Marcel Duchamp, um urinol exibido ao contrário assinado com “R.Mutt, 1917” (na altura o seu pseudónimo).
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