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Beleza e pipocas: os filmes vencedores do Óscar de Melhor Caracterização que tem de ver

Por Máxima, 24.01.2018
Nomeado para os Óscares de 2018: A Hora Mais Negra, de Joe Wright – Maquilhadores: Kazuhiro Tsuji, David Malinowski e Lucy Sibbick. O primeiro-ministro da Grã-Bretanha, Winston Churchill, tem de tomar uma decisão crítica, entre explorar um tratado de paz negociado com a Alemanha nazi ou manter-se firme e lutar pelos ideais de liberdade e independência da sua nação. Quando a ameaça de invasão está iminente, com um povo impreparado, um rei cético e o próprio partido a conspirar contra si, Churchill tem de suportar a situação e tentar mudar o curso da História. O ator Gary Oldman, que interpreta Winston Churchill, passou mais de 200 horas em maquilhagem para se transformar numa das personalidades mais marcantes da política britânica. A transformação foi radical e exigia usar próteses que pesavam metade do próprio peso do ator.
© IMDB
Nomeado para os Óscares de 2018: Victoria e Abdul, de Stephen Frears – Maquilhadores: Daniel Phillips e Lou Sheppard. Um filme sobre a relação de amizade entre a rainha Victoria (1819 - 1901) e o indiano Abdul Karim (1863 - 1909), que aos 24 anos é enviado para Inglaterra para servir no Jubileu de Ouro da rainha, onde se conheceram. Entre eles nasce um entendimento inesperado e a soberana confere-lhe o título de Munshi, uma palavra urdu que significa “professor”. Mais tarde, nomeou-o seu secretário oficial, o que veio a criar tensões dentro do restrito círculo real. O elenco conta com Ali Fazal, Tim Pigott-Smith, Eddie Izzard e Judi Dench, que aqui retoma o papel de rainha Victoria, antes interpretado no filme Sua Majestade, Mrs. Brown (1997), de John Madden.
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Nomeado para o Óscar 2018: Wonder – Encantador, de Stephen Chbosky – Responsável pela caracterização: Arjen Tuiten. Auggie Pullman é um rapaz que nasceu com malformação facial e é alvo de bullying por parte dos colegas da escola. A sua força interior e a capacidade de mostrar a sua verdadeira essência vão provar que a beleza não se esgota na aparência. A maquilhagem de Jacob Tremblay (o ator que interpreta Auggie) foi projetada e criada por Arjen Tuiten e demorava uma hora e meia para ser aplicada.
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Grand Budapest Hotel (2014), de Wes Anderson – Maquilhadores: Frances Hannon e Mark Coulier. Relata as aventuras de Gustave H, o concierge de um famoso hotel europeu entre as duas grandes guerras, e Zero Moustafa, o rapaz do lobby que se torna uma espécie de melhor amigo. A história envolve o roubo e a recuperação de uma inestimável pintura renascentista e a batalha por uma fortuna familiar, tudo com o pano de fundo de um continente que está a mudar drasticamente e a imagem hipercuidada a que Wes Anderson já nos habituou. Tilda Swinton passou cinco horas na cadeira de maquilhagem para interpretar a viúva Madame D, de 84 anos.
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La Vie en Rose (2007), de Olivier Dahan – Maquilhadores: Didier Lavergne e Jan Archibald. Um olhar não cronológico sobre a vida de Édith Piaf (1915-1963), desde os tempos em que era cantora de rua até pisar os grandes palcos de Paris e do mundo. Para se transformar em Piaf, Marion Cotillard rapou a linha do cabelo e as sobrancelhas, que depois foram desenhadas com lápis, para se assemelharem às da cantora. A maquilhagem demorava até cinco horas, especialmente para as cenas em que acompanhávamos uma Édith Piaf mais velha.
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Miss Daisy (1989), de Bruce Beresford – Maquilhadores: Manlio Rocchetti, Lynn Barber e Kevin Haney. A maquilhagem da dupla reflete com precisão o envelhecimento dos personagens, notável principalmente no terceiro ato do filme sobre a história de amizade entre Daisy e o seu motorista Hoke. O filme retrata a relação entre uma mulher judia de 72 anos, interpretada por Jessica Tandy, e o seu motorista afro-americano Hoke (Morgan Freeman) na década de 50, explorando as barreiras culturais e raciais da época.
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A Guerra do Fogo (1981), de Jean-Jacques Annaud – Maquilhadoras: Sarah Monzani e Michèle Burke. Uma das principais razões pelas quais a atriz Rae Dawn Chong foi escolhida para interpretar a personagem Ika nesta aventura pré-histórica sobre um trio de guerreiros viajantes foi o à-vontade com que encarou a maquilhagem da sua personagem. Rae passou a maior parte do tempo coberta apenas com pinturas corporais, tal como a maioria dos atores da produção, cujas sessões de caracterização duravam até cinco horas cada manhã.
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Nomeado para os Óscares de 2018: A Hora Mais Negra, de Joe Wright – Maquilhadores: Kazuhiro Tsuji, David Malinowski e Lucy Sibbick. O primeiro-ministro da Grã-Bretanha, Winston Churchill, tem de tomar uma decisão crítica, entre explorar um tratado de paz negociado com a Alemanha nazi ou manter-se firme e lutar pelos ideais de liberdade e independência da sua nação. Quando a ameaça de invasão está iminente, com um povo impreparado, um rei cético e o próprio partido a conspirar contra si, Churchill tem de suportar a situação e tentar mudar o curso da História. O ator Gary Oldman, que interpreta Winston Churchill, passou mais de 200 horas em maquilhagem para se transformar numa das personalidades mais marcantes da política britânica. A transformação foi radical e exigia usar próteses que pesavam metade do próprio peso do ator.
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