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As mulheres que mudaram Hollywood

Por Máxima, 16.09.2017
Edith Head - “Se o filme for da Paramount, a roupa foi criada por mim”, disse Edith Head durante uma entrevista. Começou por ensinar francês e arte a raparigas na Hollywood School for Girls, e só começou a trabalhar em cinema em 1925, depois de ter passado numa entrevista para o lugar de assistente de guarda-roupa nos estúdios Paramount, para o qual foi aceite depois de apresentar um portefólio com esboços que, na verdade, não eram seus. Mais tarde, foi responsável pelo guarda-roupa de cerca de mil filmes e, mais do que definir uma estética, imaginou looks que fizeram história, como o vestido de Audrey Hepburn em Breakfast at Tiffany’s. Edith Head é um dos nomes mais premiados de Hollywood: recebeu oito Óscares pelo melhor guarda-roupa e trinta e cinco nomeações para o melhor guarda-roupa. Morreu em 1981.
Ida Lupino - Estreou-se como atriz e cantora, mas foi na realização e produção cinematográfica que conseguiu o espaço que precisava para mostrar o seu ponto de vista. Pioneira do film noir (foi a primeira mulher a realizar um filme deste género, The Hicth-Hiker, em 1953), procurava explorar questões sociais nas suas obras – Ida Lupino também era argumentista, além de realizadora, produtora e atriz. Foi a única mulher a filmar um episódio da série Twilight Zone.
Hedy Lamarr - A austríaca Hedwig Eva Kiesler desistiu da escola quando ainda não tinha 18 anos – queria ser atriz e foi para Berlim, uma das cidades com maior relevância cinematográfica na década de 30. Em 1933, foi a primeira mulher a ser filmada nua e a aparecer numa cena erótica, quando protagonizou o filme Ecstasy. Lamarr agitou a indústria do cinema e chocou a sociedade ultraconservadora da época (nos Estados Unidos, o filme foi banido), mas marcou um ponto de viragem e trouxe uma maior abertura ao cinema.
Lucille Ball - Estudou na escola de teatro com Bette Davis, foi modelo e atriz. Em 1948, foi convidada para protagonizar a comédia radiofónica My Favorite Husband, papel que serviu de rampa de lançamento para o seu percurso – três anos mais tarde estreava a sitcom I Love Lucy, um dos programas mais importantes (e com maior audiência) da história da televisão. Lucille Ball foi a primeira atriz a ser filmada com a técnica das três câmaras e também a primeira a ser proprietária do seu próprio estúdio, que chamou de Desilu Productions.
Kathryn Bigelow - A revista Time incluiu-a na lista das 100 pessoas mais influentes de agora – isto depois de Kathryn Bigelow se destacar como a primeira mulher a ganhar um Óscar pela Melhor Realização com The Hurt Locker, de 2008. O seu novo filme, Detroit, acaba de chegar às salas de cinema.
Patty Jenkins - Realizou Wonder Woman (que estreou este ano) por um milhão de dólares e, agora, vai filmar a sequela por uma soma que se encontra algures entre os 7 e os 9 milhões (um valor que os estúdios Warner Bros esperaram três meses para aceitar). Patty Jenkins também esteve à frente da realização do premiado filme Monster, de 2003, com Charlize Theron, acaba de se tornar a realizadora mais bem paga na história de Hollywood.
Edith Head - “Se o filme for da Paramount, a roupa foi criada por mim”, disse Edith Head durante uma entrevista. Começou por ensinar francês e arte a raparigas na Hollywood School for Girls, e só começou a trabalhar em cinema em 1925, depois de ter passado numa entrevista para o lugar de assistente de guarda-roupa nos estúdios Paramount, para o qual foi aceite depois de apresentar um portefólio com esboços que, na verdade, não eram seus. Mais tarde, foi responsável pelo guarda-roupa de cerca de mil filmes e, mais do que definir uma estética, imaginou looks que fizeram história, como o vestido de Audrey Hepburn em Breakfast at Tiffany’s. Edith Head é um dos nomes mais premiados de Hollywood: recebeu oito Óscares pelo melhor guarda-roupa e trinta e cinco nomeações para o melhor guarda-roupa. Morreu em 1981.
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