Fotogalerias

50 tradições com bebés reais que desconhecíamos

Por Máxima, 08.01.2018
1. Os nascimentos em casa foram comuns durante décadas. A rainha Isabel II nasceu numa casa de família em Londres e deu à luz os filhos Charles, Andrew e Edward no Palácio de Buckingham. A sua filha, a princesa Anne, nasceu noutra propriedade real, a Clarence House.
© Getty Images
2. A princesa Diana começou uma tradição nova. Ambos os príncipes William e Harry nasceram no Hospital de St.Mary, na maternidade privada de Lindo Wing, onde Kate Middleton também deu à luz George e Charlotte. Diz-se, porém, que Kate e William pensam recuperar a tradição e ter o terceiro filho, cujo nascimento está previsto para abril, em casa.
© Getty Images
3. Até 1948, tinha de estar na sala de parto uma testemunha próxima à família. Quando a rainha Isabel II nasceu, em 1926, o secretário da casa esteve presente. A tradição quebrou-se antes do nascimento do príncipe Charles.
© Getty Images
4. Até ao nascimento do príncipe Charles, não era permitido que os pais assistissem ao parto ‒ era encarado como um momento onde só estavam presentes mulheres e os homens tinham de ficar fora da sala.
© Getty Images
5. Os bebés reais tinham aulas em casa com professores particulares. Só recentemente a tradição mudou: os duques de Cambridge decidiram colocar os filhos na escola, sendo que o pequeno George entrou no infantário de Montessori School em Norfolk, Inglaterra, em 2016.
© Getty Images
6. Durante vários anos, nenhum membro da realeza frequentou escolas públicas. O príncipe George entrou recentemente na escola primária privada (e de elite) Thomas's Battersea School. Também o seu pai, William, e o seu tio, Harry, frequentaram escolas privadas.
© Getty Images
7. A princesa Diana foi a primeira a quebrar a tradição de não deixar os filhos frequentar a escola pública. O príncipe William tornou-se o primeiro membro da realeza a inscrever-se numa.
© Getty Images
8. Os avós ‘não reais’ não tinham relação com os netos. No passado, as crianças reais eram praticamente proibidas de ter uma relação próxima com os avós maternos caso estes não descendessem da realeza britânica.
© Getty Images
9. A roupa das mães à saída do hospital é escolhida ao pormenor. Kate Middleton homenageou a princesa Diana ao usar um vestido com padrão polka dots depois de dar à luz o primeiro filho, George. Um sinal de respeito e um tributo à princesa de Gales.
© Getty Images
10. A equipa de parto é sempre grande e todos os seus elementos juram segredo à coroa. Kate tinha três enfermeiras de parto presentes, duas obstetras, três anestesistas, quatro especialistas cirúrgicos, dois especialistas em cuidados especiais, quatro pediatras e um técnico de laboratório para testes de sangue.
© Getty Images
11. O anúncio do nascimento é assinalado num cavalete à porta do Palácio de Buckingham. Os duques de Cambridge decidiram anunciar via e-mail e Twitter, antes de o anúncio ser afixado como manda a tradição.
© Getty Images
12. O anúncio costumava ser escrito à mão, mas agora é escrito a computador. Os médicos assinam-no e é devolvido ao palácio logo de seguida para ser afixado.
© Getty Images
13. As pessoas alinham-se em frente a este cavalete para ler o anúncio oficial.
© Getty Images
14. Quando o bebé nasce disparam-se 62 tiros da Torre de Londres. É uma saudação ao nascimento.
© Getty Images
15. Também há uma saudação igual em Green Park, perto do Palácio de Buckingham (mas com 42 tiros).
© Getty Images
16. Os bebés reais têm cerca de três a quatro primeiros nomes. Os filhos de Kate chamam-se George Alexander Lewis e Charlotte Elizabeth Diana. O nome completo do príncipe William é William Arthur Philip Louis.
© Getty Images
17. Geralmente são escolhidos nomes de monarcas e parentes antepassados.
© Getty Images
18. Até ao início do século XX os bebés não eram batizados com um apelido. Eram antes conhecidos e apelidados com o nome do condado em que reinavam.
© Getty Images
19. Caso tenham um último nome, só o primeiro e o apelido referente ao condado são referenciados na escola. O pequeno George, por exemplo, é conhecido por George Cambridge.
© Getty Images
20. As referências às crianças reais devem sempre incluir o respetivo título como “Sua Alteza Príncipe ou Princesa”.
21. O pregoeiro público não oficial da família real chama-se Tony Appleton. Na época medieval, quando a população não sabia ler nem escrever, havia sempre alguém que falava ao povo. A tradição mantém-se.
22. As pessoas esperam à porta da maternidade para saber as notícias do nascimento e permanecem muitas vezes até à noite.
23. A rainha deve sempre ser a primeira a saber.
24. Sempre foram preferidos homens na linha de sucessão real. Em 2013, essa preferência foi abolida.
25. O ginecologista-obstetra oficial da realeza britânica chama-se Marcus Setchell e reformou-se após o nascimento do príncipe George. Antes, esse papel cabia ao médico Sir George Pinker, responsável pelos partos de William e Harry.
26. A amamentação natural é uma das tradições da família real britânica.
27. Nem sempre as mães ‘reais’ cumpriram esta tradição: por exemplo, a rainha Victoria achava o ato odioso. Hoje, é uma decisão pessoal.
28. As datas previstas para o nascimento das crianças não são logo confirmadas ao público.
29. Nem os nomes dos bebés quando nascem. A princesa Diana e o príncipe Charles só anunciaram o nome de Harry à saída do hospital, já o nome de William foi anunciado vários dias depois.
30. A licença de paternidade tornou-se cada vez mais comum. O príncipe William recebeu da Força Aérea Real as licenças em ambos os nascimentos dos filhos.
31. Todas as crianças têm os seus próprios animais de estimação. Por exemplo, o príncipe William tinha um pónei em Highgrove House, em Doughton, Gloucestershire.
32. Os bebés reais recebem presentes de todo o mundo. O príncipe George recebeu 610 presentes não oficiais, exibidos na exposição Royal Childhood, no Palácio de Buckingham.
33. As crianças usavam sempre fraldas de pano. Até ao nascimento de William. Diana aboliu esta prática.
34. Todos os bebés têm de fazer parte da Troopping The Colour, a parada que serve de celebração oficial do aniversário da rainha. Nesta ocasião, toda a família assiste aos voos da Força Aérea Real da varanda do palácio.
35. O anúncio da gravidez é, regra geral, feito às 12 semanas de gestação.
36. Não se revela o sexo do bebé até este nascer e Kate e William não quebraram a tradição. Diz-se que nem eles sabiam o sexo do seu primeiro filho, George, até este nascer.
37. O registo civil do bebé tem de ser feito com as normas do país: os pais têm, tal como todos os cidadãos, 42 dias para o fazer.
38. As amas são as principais cuidadoras dos bebés e têm de aprender tudo – até artes marciais. Maria Borrallo é a ama oficial de George e Charlotte.
39. Os bebés são batizados logo nas primeiras semanas de vida. O príncipe George foi batizado na igreja de St. James's Palace, em Londres, e a princesa Charlotte em St. Mary Magdalene, em Sandringham.
40. Todos os batismos são feitos por uma figura superior da igreja britânica. De momento, os batismos são feitos pelo Arcebispo de Canterbury, Justin Welby.
41. O acesso da comunicação social a este acontecimento é restrito. Com Charlotte o protocolo quebrou-se e houve até espaço para selfies.
42. Há sempre uma fotografia oficial depois do evento com a família.
43. O fato usado pelo bebé tem um significado histórico. Nas últimas oito gerações foi usada sempre uma réplica de um vestido que data de 1841 durante o reinado da rainha Victoria: 62 crianças usaram o original.
44. Após o batizado o povo pode ver o bebé a sair da igreja. O mais mediático foi o da princesa Charlotte.
45. Os bebés têm cerca de sete padrinhos. George tem sete e Charlotte cinco.
46. Mas a família não é escolhida para este papel.
47. O secretário da casa deve notificar os oficiais do nascimento do bebé, incluindo figuras importantes como o Lord Mayor de Londres ou o Governador da Irlanda do Norte.
48. Nos últimos 58 anos só nasceram duas crianças por casal real (a rainha Isabel II foi a última a dar à luz mais do que duas crianças, já que teve quatro filhos) e Kate e William vão ser os primeiros a ter três filhos depois deste período.
49. Os encontros com líderes mundiais não são comuns. Em 2016, vimos imagens de Barack Obama, então presidente dos Estados Unidos, com o pequeno George, numa cumplicidade evidente, durante uma visita ao Palácio de Kensington.
50. Tirar fotografias em cenários diferentes não era comum: antes, a família real era fotografada apenas após os batizados.
1. Os nascimentos em casa foram comuns durante décadas. A rainha Isabel II nasceu numa casa de família em Londres e deu à luz os filhos Charles, Andrew e Edward no Palácio de Buckingham. A sua filha, a princesa Anne, nasceu noutra propriedade real, a Clarence House.
50 tradições com bebés reais que desconhecíamos
Ver comentários
Últimas Fotogalerias

Comentários

0 Comentários
As mais vistas

Notícias Máxima por Categorias