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Os maiores mitos à volta de Marilyn Monroe

Faria hoje 91 anos aquela que continua a ser uma das maiores divas de Hollywood.
Por Ângela Mata, 05.08.2017

Marilyn Monroe definiu uma era e revolucionou uma série de normas, que continuam a influenciar-nos, mesmo décadas depois da sua morte. Deve-se a ela um conjunto de expectativas que se criaram em volta da figura feminina, o corpo perfeito, o rosto inigualável, uma lenda que foi além da Sétima Arte.

No entanto, Marilyn permanece um enorme mistério. Muito ficou sem resposta relativamente à sua vida e morte. Ainda hoje, são vendidos e publicados excertos de diários, poemas e cartas da sua autoria. Fotografias nunca antes vistas da diva do cinema vão surgindo. É como se, no fundo, ela ainda existisse. Não existe, mas o seu legado paira um pouco por todo o mundo. Quase nos podemos atrever a dizer que se o planeta tivesse de escolher uma só sex symbol, seria Marilyn Monroe.

Tal como Marilyn, Norma Jeane Mortensen, o seu verdadeiro nome, não teve uma vida fácil. Passou por episódios de abuso sexual, viveu parte da infância num orfanato, foi traída pelo terceiro marido, Arthur Miller, e carregava o peso de uma possível doença psiquiátrica que seria hereditária.

A mãe de Marilyn, Gladys Monroe Baker, sofria de esquizofrenia e era muitas vezes internada em hospitais psiquiátricos. Marilyn era, por isso, deixada ao cuidado de amigos da mãe, acabando por passar dois anos da sua vida num orfanato, onde ficou até casar com o primeiro marido, James Dougherty.

A sua carreira no cinema começou em 1947, com um pequeno papel em Sua Alteza, a Secretária, ao qual se seguiram mais de 30 filmes. Um dos mais emblemáticos foi O Pecado Mora ao Lado,conhecido pela famosa cena onde o vestido branco de Marilyn levanta com o vento provocado pela passagem do metro. Também o filme Os Homens Preferem as Loiras (1953) marcou a sua carreira, sobretudo por ter sido nomeada para um Globo de Ouro por essa interpretação. Foi só em 1959 que ganhou o Globo de Ouro para Melhor Atriz pela sua participação no filme Quanto Mais Quente Melhor.

Reconhecida era também a ligação que tinha ao então Presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy, com quem sempre se disse que mantinha um relacionamento secreto. Em 1962, no dia dos 45 anos de JFK, Marilyn subiu ao palco, em Madison Square Garden (Nova Iorque), para lhe cantar os parabéns. A cena ficou na história.

O nome de Marilyn ficou também para sempre ligado ao perfume Chanel Nº5, pois foi ela a responsável por torná-lo uma das fragrâncias mais conhecidas do mundo. Além de ter sido o rosto da campanha da época, chegou a dizer que dormia nua, "apenas algumas gotas" do perfume. Tornou-se um símbolo de sensualidade. O seu cabelo loiro platinado, curvas e lábios carnudos eram os mais desejados pelos estúdios de Hollywood e em 1953 foi capa da primeira edição da revista Playboy norte-americana. 

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