Rosto&Corpo

Já ouviu falar do dermarolling?

Dizem que é um milagre de beleza e que trata todos os problemas de pele. Parece mentira, mas não estamos a alimentar falsas esperanças – as fotografias de casos reais estão em todo o lado na Internet e estão a deixar a indústria incrédula.
Por Carlota Morais Pires, 27.09.2017

Como é que um pequeno instrumento metálico pode mudar a nossa pele? A pergunta está a ser repetida em voz alta pela indústria da beleza, que assiste à simplicidade da técnica com sentimentos contraditórios – por um lado é maravilhoso que um procedimento tão simples venha combater problemas tão diferentes como o acne e o envelhecimento cutâneo; mas, por outro, também deita por terra a necessidade de gastarmos milhares de euros em produtos específicos para estes problemas. Mas será mesmo verdade?    

O dermaroller é um rolo (imagine aquele que usamos para pintar paredes, mas em tamanho micro) revestido com pequenas agulhas. Podemos encontrá-lo online por menos de 10 euros em sites de compras como o EBay e o Amazon.com , tal como encontramos dezenas de tutoriais online que ensinam como usá-lo. Marcas como a Banish e a Rodan & Fields, trazem instruções com cada passo explicado ao detalhe. 

As agulhas têm de perfurar a pele e, ainda que o façam superficialmente, este não é um procedimento confortável e pode mesmo ser doloroso. A frequência e rapidez dos resultados vão sempre depender da gravidade do problema dermatológico em questão mas, por norma, o dermaroller deve ser aplicado regularmente nas zonas a tratar. Vai estimular a produção de colagénio e, além de eliminar o acne e atenuar cicatrizes, o dermaroller também confere firmeza e elasticidade à pele, reduz as rugas e as manchas e, por fim, dá uma nova luminosidade à tez. 

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